quinta-feira, 21 de setembro de 2017

CONHECIMENTO: QUAL A FORMA CORRETA DE ESCREVER?

20 Palavras que quase todo mundo fala errado
Por

Existem diversas palavras no português que, por diversos motivos, são pronunciadas de forma errada pela maioria dos falantes. Mesmo que você não cometa esses erros, com certeza conhece muitas pessoas os cometem e acaba ouvindo esses erros com muita frequência.
1.      “Asterístico”
A forma correta é asterisco. Indica um sinal gráfico em forma de estrela (*).
O asterisco indica que há uma nota de rodapé. Utiliza um asterisco para fazer a citação.
2.      “Bicabornato”
A forma correta é bicarbonato. Indica o sal derivado do ácido carbônico.
Tenho que comprar bicarbonato de sódio porque já acabou.
Esse bolo é feito com bicarbonato de sódio?
3.      “Toráxico”
A forma correta é torácico. Refere-se a alguma coisa relacionada com o tórax.
A caixa torácica protege os pulmões e o coração.
O paciente sofreu uma distensão dos nervos torácicos.
4.      “Supérfulo”
A forma correta é supérfluo. Refere-se a alguma coisa que é dispensável e desnecessária.
Sou contra a compra desse material porque parece ser um gasto supérfluo.
Por favor, retire do comunicado toda a informação supérflua.
5.      “Beneficiente”
A forma correta é beneficente. Indica algo ou alguém que faz caridade e ajuda os mais necessitados.
Minha avó está organizando um jantar beneficente.
Os lucros do concerto beneficente reverterão para ajudar os refugiados.
6.      “Metereologia”
A forma correta é meteorologia. Indica o estudo dos fenômenos atmosféricos, visando a previsão do tempo.
A meteorologia prevê dias de sol e calor.
Todos os dias eu consulto sites de meteorologia.
7.      “Previlégio”
A forma correta é privilégio. Refere-se a uma vantagem ou direito concedido a apenas algumas pessoas.
Você nem reconhece os privilégios que tem.
O acesso a uma boa educação é um privilégio, mas deveria ser um direito de todos.
8.      “Losângulo”
A forma correta é losango. Refere-se a um quadrilátero com dois ângulos agudos, dois obtusos e os lados iguais.
A praça tem o formato de um losango.
Qual a diferença entre o losango e o quadrado?
9.      “Triologia”
A forma correta é trilogia. Indica o conjunto de três obras sequenciais que se complementam.
Minha trilogia preferida é “O Senhor do Anéis.”
Nunca vi o último filme dessa trilogia.
10.  “Reinvindicar”
A forma correta é reivindicar. Indica o ato de exigir alguma coisa e de assumir algo.
Iremos reivindicar nossos direitos até sermos ouvidos.
Ainda ninguém reivindicou a autoria dos atentados.
11.  “Poliomelite”
A forma correta é poliomielite. Refere-se a uma doença infecciosa que causa o enfraquecimento e a paralisia de alguns músculos.
Meu filho foi vacinado contra a poliomielite.
Febre, cansaço e vômitos são sintomas da poliomielite.
12.  “Conhecidência”
A forma correta é coincidência. Refere-se ao acontecimento casual de várias situações relacionadas.
Você aqui também? Que coincidência!
O que aconteceu foi uma mera coincidência.
13.  “Compania”
A forma correta é companhia. Indica o ato de ser acompanhante ou de acompanhar alguém.
Você é sempre uma boa companhia.
Se você não quiser minha companhia, é só dizer!
14.  “Célebro”
A forma correta é cérebro. Indica o principal órgão do sistema nervoso central dos animais.
O cérebro humano deve ser frequentemente exercitado.
O cirurgião retirou um tumor do cérebro do paciente.



15.  “Entertido”
A forma correta é entretido. Refere-se ao estado de quem está distraído ou absorto em alguma coisa.
Meu filho está entretido com seus brinquedos.
Estava tão entretido que nem notei que você foi embora.
16.  “Madastra”
A forma correta é madrasta. Refere-se à mulher do pai de uma pessoa, sem ser a sua mãe.
A minha personagem da peça será a madrasta da Branca de Neve.
Vocês já conhecem a minha madrasta?
17.  “Milhonário”
A forma correta é milionário. Indica uma pessoa extremamente rica, que possui milhões em dinheiro, ações, títulos,…
Quem me dera ser milionário!
Ele é um dos principais milionários do Brasil.
18.  “Intrevista”
A forma correta é entrevista. Indica um diálogo ou encontro entre várias pessoas, com diferentes propósitos.
Amanhã irei a uma entrevista de emprego.
Já terminou a entrevista com o Presidente da República.
19.  “Degladiar”
A forma correta é digladiar. Refere-se ao ato de combater corpo a corpo com espada ou ao ato de discutir.
Os lutadores vão digladiar na arena.
Os competidores começaram a digladiar sem motivo nenhum.

20.  “Impecilho”
A forma correta é empecilho. Refere-se a qualquer tipo de obstáculo ou impedimento.
Não quero ser um empecilho na sua vida!
Está tudo bem, não tivemos que lidar com nenhum empecilho.

Além das palavras acima apresentadas, existem muitas outras palavras pronunciadas de forma errada pelos falantes, como:
poblema ou pobrema (correto: problema);
cabelelero (correto: cabeleireiro);
cocrante (correto: crocante);
mindingo (correto: mendigo);
imbigo (correto: umbigo);
priguiça (correto: preguiça);
trabisseiro (correto: travesseiro);
frustado (correto: frustrado);
pertubar (correto: perturbar);
padastro (correto: padrasto);
estrupo (correto: estupro);
sombrancelha (correto: sobrancelha);
mortandela (correto: mortadela);
iorgute (correto: iogurte);
cardaço (correto: cadarço);
largata (correto: lagarta);

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

COMPORTAMENTO: CONHEÇA UM PSICOPATA

Identifique uma pessoa PSICOPATA: Encontre nela estas 8 características
Por


Psicopatas não são apenas aqueles homens com uma faca na mão e olhar de louco, como os filmes americanos descrevem.
A verdade é que cruzamos na rua com pessoas com personalidade psicopata e nem damos conta disso.
Foi no século XIX que os médicos começaram a perceber que havia pacientes com grande distúrbio psicológico, mas com uma aparência normal.
Essas pessoas têm desordens sérias que estão relacionadas à genética, por isso são altamente perigosos.
No entanto, também há o “sociopata”, um termo usado para se referir aos que sofrem com distúrbios, mas que são menos perigosos
A diferença do primeiro para o segundo é a consciência.
Sabe quando fazemos algo errado e logo temos noção disso?
Os psicopatas, infelizmente, são desprovidos dessa capacidade de discernir o certo e o errado.
Ou seja: eles manipulam as pessoas e praticam o mal, mas não sentem absolutamente nada.
E o mais perigoso de tudo isso: são pessoas aparentemente normais e simpáticas.
Veja as oito características comuns para identificar um psicopata:
1. Não se sente culpado
Você pode falar ou até provar a gravidade do mal que a pessoa está fazendo, mas ela simplesmente vai ignorar.
Isso porque o importante, para ela, é alcançar o objetivo.
Então nunca vai se sentir mal por nada.
2. É manipulador
O psicopata não consegue entender o outro nem ser grato.
O máximo que consegue é imitar a simpatia, a fim de manipular as pessoas.
Não é à toa que gente assim não consegue manter amizades saudáveis por muito tempo.
3. Gosta de fazer com que os outros se sintam culpados
O psicopata adora brincar com as emoções.
É habilidoso em conquistar sua confiança para uma futura manipulação.
4. É egoísta
Não importa se o mundo está se acabando, para os psicopatas, tudo está bem quando eles estão bem.
5. Sente-se superior
Este é o segredo de tudo.
O psicopata não se importa em fazer mal porque ele se considera melhor e mais inteligente do que qualquer outra pessoa.
Ou seja: ele acredita que deve controlar tudo ao seu redor.
6. É calculista
O psicopata é frio e calculista, além de fingir muito bem.
É um ator em cena, que engana muito bem, de forma que domina e controla as pessoas sem elas perceberem.
7. É bastante popular
Incrível, não é mesmo?
O psicopata parece amigável, acessível e aparentemente capaz de se dar bem com todo mundo.
Ele geralmente tem boa aparência e é popular.
8. Não é responsável por suas ações
Isso mesmo!
O psicopata faz muitas coisas erradas, mas não consegue se responsabilizar por nenhuma delas.
Ele é incapaz de olhar nos olhos de alguém e discutir sobre seus erros.
Ao contrário!
Geralmente, pessoas com esse distúrbio fogem da realidade.
IMPORTANTE
Tudo o que trouxemos são sinais comuns de psicopatia.
No entanto, só é possível determinar que alguém sofre desse mal com a ajuda de um especialista.
Estamos alertando sobre isso porque é muito capaz de você conhecer alguém com esse perfil.
No entanto, pode ser que a pessoa seja simplesmente um “vampiro emocional”, aquele tipo de gente que escolhe ser da pior qualidade, mas com saúde mental perfeita.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

CLIMA: EM TEMPOS DE FURACÕES, TORNADOS E TROMBAS DÁGUA

Como se forma um furacão?
Por Giovana Tiziani
640px-Dimmitt_Tornado1_-_NOAA

Como qualquer chuvinha, o furacão se forma a partir da evaporação de água para a atmosfera. Óbvio que o furacão não é uma chuvinha qualquer: é uma megatempestade, com torós que podem durar uma semana e ventos que ultrapassam os 200 km/h. A evaporação de água também ocorre em grandes proporções, numa área de centenas de quilômetros, e em condições especiais: no meio dos oceanos, em regiões de águas muito quentes e ventos calmos. Por isso, os furacões são fenômenos tipicamente tropicais. No Brasil, os cientistas achavam que era impossível ocorrer algum furacão – as águas do Atlântico Sul têm temperatura inferior aos 27 ºC necessários para gerar o fenômeno.
Mas muitos pesquisadores mudaram de opinião quando a tempestade Catarina atingiu o sul do país, em 2004. “Naquela época, a temperatura da água estava acima do normal, permitindo a formação do primeiro furacão brasileiro. E a estrutura do Catarina era idêntica à de um furacão”, diz o meteorologista Augusto José Pereira Filho, da Universidade de São Paulo (USP).
Também vale a pena esclarecer uma dúvida comum: qual a diferença entre furacão, ciclone, tufão e tornado? Furacão, ciclone e tufão são nomes diferentes para o mesmo fenômeno: na Índia e Austrália, as tempestades oceânicas são chamadas de ciclones. No Japão e na Indonésia, tufões. E na América, a denominação mais comum é furacão. Já os tornados são outra coisa. Eles se formam no continente e são muito menores – têm entre 100 e 600 metros de diâmetro – duram alguns minutos e são bem mais destruidores: seus ventos podem ultrapassar 500 km/h.
E o vento levou…
Furacões mais arrasadores têm chuvas pesadas e rajadas de 250 km/h

FORMAÇÃO DO FURACÃO

1. Os furacões nascem no meio dos oceanos, em locais de pouco vento e águas quentes, acima de 27 °C. Nessas áreas, a evaporação é intensa: a água do mar esquenta, vira vapor e forma grandes nuvens. É o começo do fenômeno
2. No local em que a água evapora, a pressão do ar é mais baixa do que nos arredores. Isso faz o ar se deslocar das áreas onde a pressão é maior para o centro do furacão. Esse ar vem cheio de umidade, que evapora e faz crescer o furacão
CRESCIMENTO DO FURACÃO

3. Em um ou dois dias o “bichão” já está gigantesco, com 500 km de diâmetro e mais ou menos 15 km de altura. Por toda a área do furacão, chove e venta muito. As rajadas variam entre 118 km/h e 249 km/h;
4. Por ser um enorme fenômeno atmosférico, o furacão sofre os efeitos da rotação da Terra. Ela faz o ar das áreas de alta pressão como o topo girar em um sentido, enquanto o ar da base  onde a pressão é baixa  gira no sentido contrário.
AUGE DO FURACÃO

5. No meio da tempestade fica o chamado olho do furacão, com 20 km de diâmetro. Nessa área faz muito calor, não há nuvens e não chove. É por essa região que a água segue evaporando, alimentando o furacão.
6. No oceano, os furacões avançam em regiões de água quente. Ao atingir a terra firme que é mais fria e seca que o mar  eles perdem força e se dissipam. Mas provocam inundações, ondas de até 15 metros e ventos fortes.

Como se mede a intensidade de um furacão?
Os meteorologistas utilizam dois critérios: a velocidade dos ventos e os danos causados pelo fenômeno. “Para ser classificado como um furacão, o centro da tempestade deve ter ventos de pelo menos 118 quilômetros por hora. Depois, dependendo da rapidez dos ventos e sua capacidade de destruição, os furacões são divididos em uma escala de cinco categorias, batizada de Saffir-Simpson, uma homenagem aos dois americanos que desenvolveram essa gradação na década de 70”, afirma a meteorologista Rosmeri Porfírio da Rocha, da USP. A partir da categoria 3, os furacões provocam estragos consideráveis. Quando os ventos ultrapassam 178 quilômetros por hora, eles podem arrancar grandes árvores e levantar pequenas construções. Piores que os efeitos das rajadas são as chuvas que acompanham a passagem dos furacões. Nos Estados Unidos, um estudo da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), a agência governamental que cuida de atmosfera e oceanos, revelou que as inundações das áreas costeiras foram responsáveis por 59% das mortes causadas por furacões nas últimas três décadas no país – o vento respondeu por apenas 12% das vítimas. A América do Norte, aliás, voltou a sofrer os efeitos de um furacão com a passagem do Isabel, que obrigou o deslocamento de 250 mil pessoas e matou pelo menos 30 em setembro. Esse número, porém, é fichinha se comparado ao 1 milhão de vítimas na passagem do furacão mais mortal da história, que devastou Bangladesh em 1970. Sorte que nosso país não sofre com esses desastres naturais. “Eles são mais comuns em regiões onde a água do mar é quente e transfere umidade para a atmosfera, alimentando as enormes nuvens de tempestade ao redor dos furacões. No Brasil, como a água do Atlântico Sul tem temperaturas menores, não há
Escala da destruição

Quando os ventos ultrapassam os 178 km/h, árvores são arrancadas e casas voam pelos ares

CATEGORIA 1
Ventos de 118 a 153 km/h
Danos mínimos
Uma tempestade passa a ser considerada um furacão quando a velocidade dos ventos no centro da tormenta é superior a 118 km/h. Nessa primeira categoria, a passagem do fenômeno praticamente não provoca destruição. Prédios e casas permanecem intactos, mas o vento arrasta arbustos e derruba galhos de árvores e placas, além de causar pequenas inundações em áreas litorâneas
CATEGORIA 2
Ventos de 154 a 177 km/h
Danos moderados
Nesse nível, os furacões conseguem destruir parcialmente telhados, portas e janelas. No oceano, a ancoragem de pequenas embarcações pode ser rompida e ondas até 2,40 metros acima do nível normal inundam ruas da orla, obrigando a retirada dos moradores. Depois de perder força ao se deslocar pelo oceano Atlântico, o furacão Isabel foi encaixado nessa categoria ao chegar ao continente
CATEGORIA 3
Ventos de 178 a 209 km/h
Danos Grandes
A partir dessa categoria, o furacão já é considerado um fenômeno de grandes proporções. Ventos superiores a 178 km/h conseguem derrubar árvores e gerar ondas 3 metros acima do normal, danificando casas próximas à linha da costa. Construções menores ou pouco resistentes, como trailers e casas pré-fabricadas, podem ficar completamente destruídas
CATEGORIA 4
Ventos de 210 a 249 km/h
Danos extremos
O poder de destruição de um furacão do tipo 4 é 100 vezes maior que um do tipo 1. Ventos maiores que 210 km/h costumam causar problemas estruturais em grandes construções, derrubando paredes e tetos. Ondas 5 metros acima do normal geram inundações graves e provocam erosão nas praias. Um exemplo é o furacão Andrew, que devastou a costa da Flórida em 1992
CATEGORIA 5
Ventos superiores a 249 km/h
Danos catastróficos
É alta a possibilidade de mortes quando passam os furacões mais violentos. Árvores são arrancadas pela raiz, placas são arremessadas, casas e edifícios inteiros podem cair. Os danos se espalham por até 16 quilômetros nas áreas próximas à costa e a região precisa ser evacuada. Nessa categoria, um dos piores foi o furacão Camille, cujos ventos de 320 km/h atingiram a costa americana no golfo do México e mataram 256 pessoas.

O que é uma tromba-dágua?

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Eis aí uma expressão que costuma provocar uma tremenda bagunça conceitual. Vamos explicar: no sentido popular, tromba-dágua indica uma chuvarada forte e restrita a uma determinada região. “Mas, para os cientistas, essa definição é errada. Na verdade, tromba- dágua é um tornado que se forma sobre uma superfície líquida, captura umidade e vai andando rumo ao continente”, afirma o meteorologista Marcelo Seluchi, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP). A maioria das trombas- dágua surge a partir de nuvens de tempestade em cima do mar, mas o fenômeno também aparece nos caudalosos rios amazônicos e nos Grandes Lagos da América do Norte. “No Brasil, as trombas-dágua não são muito comuns. No mundo, elas aparecem com freqüência no litoral da Flórida, nos Estados Unidos, onde as condições climáticas favorecem a formação de tornados oceânicos durante o ano todo”, diz outro meteorologista, Wando Celso Maugeri Amorim, da Universidade de São Paulo (USP).
Apesar da aparência assustadora, o turbilhão úmido geralmente não causa grande destruição. Em comparação com os tornados formados no continente, cujas rajadas ultrapassam 200 km/h, as trombas-dágua são mais amenas, pois seus sopros chegam no máximo a 80 km/h. Isso acontece porque a formação da espiral de ventos depende do aquecimento da superfície. “Como o mar se aquece muito menos que a terra firme, as correntes de ar quente que ajudam a formar os tornados oceânicos são bem menos intensas”, diz a meteorologista Maria Assunção da Silva Dias, também da USP. O grande problema é quando aparecem várias trombas-dágua na mesma região – ou quando uma área é afetada pela espiral e também pelas chuvas torrenciais da nuvem que a originou. Aí, sim, podem ocorrer enchentes destruidoras.
Espiral viajante Fenômeno nasce no mar e caminha em direção ao litoral

1. Em geral, uma tromba-dágua surge a partir de enormes nuvens de tempestade, que podem ter mais de 12 quilômetros de altura e 10 quilômetros de diâmetro. Para que o fenômeno aconteça, correntes de ar quente devem carregar bastante umidade para camadas mais altas da atmosfera
2. Em estações de clima ameno sobretudo na primavera as correntes de ar quente e úmido que sobem do mar se chocam com o ar frio e seco das camadas elevadas. Dentro da nuvem, o contato entre as correntes faz surgir uma espiral de ventos. Dependendo da força das correntes, a espiral aumenta de tamanho
3. Quando a intensidade das correntes é grande, o turbilhão de ventos se expande e atinge a superfície do mar, soprando gotículas de água para dentro da espiral. Impulsionado pelas rajadas da baixa atmosfera, o tornado oceânico molhado com até 1 quilômetro de altura e 100 metros de diâmetro avança rumo ao continente
4. Os efeitos mais perigosos das trombas-dágua ocorrem quando a espiral se desloca pelo mar. Ventos superiores a 60 km/h podem surpreender pequenas embarcações, virando canoas e barcos a remo. Mas, como o turbilhão avança a pouco mais de 20 km/h, navios com motor conseguem desviar facilmente da rota da tempestade]
5. Quando chega ao continente, a tromba-dágua entra em contato com as construções do litoral, provocando uma chuva rápida e intensa. A tempestade não costuma causar inundações, porque os pingos caem ao longo de toda a trajetória da espiral, e não em uma única área. Os ventos também não são tão fortes: no máximo, podem derrubar galhos de árvores e destelhar casas
6. Depois do atrito com a terra firme e com as construções da orla, a maioria das gotículas de água já caiu no continente. Os ventos também perdem força e a tromba-dágua começa a se dissipar. Todo o processo é bem rápido: a maioria dos tornados oceânicos não costuma durar mais que 20 minutos

COMPORTAMENTO: A ARTE DE VIVER, SEM FRESCURAS!

COMO SOMOS VAIDOSOS...!
 Márcio Oliveira 
morador do Km 90 - Medicilândia-PA 
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, oceano, céu, atividades ao ar livre, natureza e água

Outro dia alguém numa conversa sobre a morte (sim, sobre ela mesmo), disse o seguinte: __ Márcio, ninguém quer morrer. Como somos vaidosos, não?
Eu perdi minha mãe pro câncer e revivi todo o seu sofrimento vendo o apresentador Marcelo Rezende passar pela mesma coisa essa semana.
Semana passada, a vida de uma jovem amiga nossa nos foi tirada por um marido covarde e presenciar o sofrimento daquela família, em especial daquela mãe que enterra a filha é de lascar. Não há palavras nesse mundo pra descrever tal dor.
Almir Satter cantou: __ Todo mundo ama um dia. Todo mundo chora. Num dia a gente chega, no outro vai embora.
Tudo isso é muito chocante, não? Pois é, mas é mais normal do que parece. Nesse momento, nesse exato momento, tem alguém morrendo, alguém tendo seu carro roubado e levando um tiro, alguma mulher sendo agredida e/ou abusada, uma mãe abandonando seu filho e acidentes banais acontecendo, tirando a vida daqueles a quem amamos ou pensamos amar.
Ninguém fala sobre isso ou pára pra pensar sobre isso e sabe porque? Porque acreditamos ser infinitos, que não morreremos. Penso muito na morte. Não porque gosto dela, mas pra lembrar de fazer coisas em vida, pra que minha vida possa em algum momento dela ter valido a pena.
Ainda hoje li em algum lugar, a frase de um escritor brasileiro que dizia o seguinte: __Quem se mata de trabalhar, merece mesmo morrer. (Achei de uma beleza incrível).
A gente não morre quando o corpo não funciona mais. Morremos quando não percebemos quão rápido é esse trem, quão rápido nossa vida passa diante de nós e perdemos tempo com trabalho demais, com pessoas estranhas e não tiramos tempo pra nossa família, pros nossos filhos, pras coisas simples, como assistir seu filho jogar uma bola ou de esconde-esconde com sua filha, que ingênua morre de felicidade ao encontrar você.
Quando penso quanta doidice fiz na vida e escapei ileso, chego a conclusão que estou no saldo faz tempo. Achei alguém corajosa pra casar comigo, tenho filhos que foram por muitos anos, meu maior sonho, uma casa e um trabalho, o que mais posso pedir?
Outro dia, perguntei à minha esposa se ela tivesse somente 3 meses de vida, o que ela faria? Ela me olhou atravessada, depois concordou comigo. Haverá momentos na nossa vida que iremos desejar tempo e não mais teremos. Iremos querer consertar algo e não haverá como. Iremos querer curtir nossa família ou filhos e o tempo haverá passado.
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Convivo com gente tão pobre que a única coisa que tem é o dinheiro. Possuem empresas, carros, fazendas, empregados mas não vivem em comunidade, nunca foi à escola do filho, nunca comeu um churrasco num torneio ou fritou uma traíra numa pescaria na mata com amigos. Ouço de crianças, que seus pais não ligam prá elas, que não brincam, que não se fantasiam de louco, ainda que por alguns momentos. No final, vivem prá quê mesmo?
Jogo na mega sena direto, almejo a riqueza fácil na brincadeira de um hábito, mas também confidencio à minha esposa: __Sabia que se ficarmos rico com isso, a primeira coisa que iremos perder é nossa família? O dinheiro corrompe as pessoas. Não os deixam ver e nem sentir o sabor de um cafezinho simples, tomado na área da casa de alguém simples como você. Te afasta dos outros e no fim o deixa solitário. Sei que no fundo, mesmo com todas possibilidades de mimos aos meus filhos (caso um dia acertasse) o que estaria fazendo realmente era afastá-los de mim.
Essa noite, minha filha dormiu na nossa cama. Havíamos prometido à ela no sábado. Ela se mexe toda, parece um pião na cama. Mas e daí? Haverá um dia em que já formada, criará asas e voará do nosso lar. Em vão, buscaremos seu cheirinho, sua pele macia e suas gracinhas e não mais encontraremos. O tempo é agora. Hoje!
Por isso falo da morte sem medo. Porque no fundo estou me preparando prá quando essa danada chegar. A maioria das pessoas se enganam, mas eu não. Pensam que levarão seu melhor cavalo, suas roupas de marca, seus carros ou mesmo a terra de suas fazendas no caixão. Ledo engano! A única terra que levarão será na cara, se alguém em manifestação de respeito, resolver sepultar. (Eu não levarei, eu deixarei COISAS MAIS IMPORTANTES.)
Decidi viver minha vida ao lado da minha esposa, uma pessoa ESPECIAL que sofreu tanto nessa vida e que continua firme. Porque haveria de abandoná-la? A missão de ser pai prá mim, na verdade é um deleite. Não há um dia na minha vida e nunca haverá, a possibilidade de eu vir reclamar sobre o ofício de SER PAI. Eles me completam, são parte de mim, são o que me move, são a razão da minha vida. Decidi agradecer mais que reclamar. Decidi rezar todas as noites e isso nos tem ajudado muito. Decidi seguir minhas convicções, mesmo que isso me custe algumas coisas. Quem faz sua vida é você, mas ela é escolha. São as escolhas que nos definem.
No fundo rico é quem se apercebe da vida, faz as escolhas da vida, esforça-se prá ser honesto, vive intensamente cada momento ao lado dos seus e no fim, tem a absoluta certeza de que não levará nada. Deixará sim, se conseguir, uma terna saudade a quem conviveu, em especial seus filhos. Tem vezes que em casa, fico olhando quieto, imerso em meus pensamentos, meus filhos brincando no quintal ou no quarto e penso que em algum momento me afastarei disso e me bate uma tristeza danada. Lembro do quanto queria minha mãe hoje comigo mas não posso, ela já partiu, não volta mais. A vida é assim! Com eles, será igual.
Todo mundo fala que ama quando perde. Fala porque é fácil falar! A busca por amar, essa é mais difícil e até em alguns casos impossível.
Gosto de rabiscar esses textos, como forma de desabafo e porque adoro escrever. Esses momentos pelos quais passamos, sejam eles felizes ou dolorosos, devem servir para que pensamos algo sobre e que possamos ver o lado positivo de algo.
Como disse no início, nesse momento está acontecer coisas horríveis na vida, mas você pode mudar um simples hábito, como visitar alguém, tomar um café, perguntar como foi seu dia. Ninguém beija mais ninguém, afaga ou manifesta carinho...pense nisso!
Não me preocupo com as reações de A ou B no futuro sobre mim ou sobre a vida que levei. Se minha mulher e meus filhos, reconhecerem em mim, o esforço que fiz prá lhes dar uma vida melhor, ser um bom pai, o cara que deu a vida pelos filhos, já terá valido a pena ter vivido. ( Adoraria, ter o poder de congelar o tempo, mas não posso)
Com relação a VIVER e MORRER, apesar do que possa parecer....não sou tão vaidoso assim.
E VOCE...É? (Diz ai) 

ÍNDIOS: O ESTRATÉGICO DESMONTE DA FUNAI

Massacre de índios isolados expõe o estrangulamento da Funai

Sete das 26 bases de proteção aos índios isolados foram fechadas nos últimos anos, entre elas a da região do provável massacre denunciado nesta semana, enquanto outras operam com precariedade

Grupo isolado, aparição às margens do rio Ituí, Terra Indígena Vale do Javari, Amazonas|Ana Paula A. de Melo

A suspeita de um massacre de índios isolados perpetrado por garimpeiros ilegais no interior na Terra Indígena Vale do Javari (AM), em agosto, ganhou as manchetes do Brasil (Carta Capital, G1, Folha de S. Paulo) e do mundo (New York Times, The Guardian), e gerou manifestações de repúdio de organizações indígenas (Coiab e Apib e Foirn), indigenistas (Cimi, CTI) e servidores da Funai. Eles exigem que o governo federal apoie as investigações e reverta políticas que violam os direitos dos povos indígenas no país.
O massacre, que provavelmente vitimou índios conhecidos como “flecheiros”, teria ocorrido na região do rio Jandiatuba no Alto Solimões (AM), onde garimpeiros vêm expandindo atividades ilegais nos últimos anos, apesar das seguidas denúncias feitas pelos índios. O garimpo já havia sido flagrado em 2009 por uma expedição da Funai em parceria com o CTI, acompanhada pelo jornal O Estado de S.Paulo. O crime teria ocorrido na zona de atuação da base da Frente de Proteção Etnoambiental (FPE) da Funai do Jandiatuba, desativada nos últimos meses por falta de recursos (veja no mapa).
O Ministério Público Federal mantém as investigações sob sigilo, mas o genocídio é dado como certo por Paulo Marubo, coordenador da União Geral dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), que lançou a denúncia no final de agosto e a encaminhou à Procuradoria.
Esta não é primeira suspeita de um massacre de isolados na TI Vale do Javari neste ano. Em junho, os Kanamari denunciaram o suposto genocídio de membros do grupo que eles chamam de Warikama Djapar, na região das cabeceiras dos rios Jutaí e Jutaizinho, ao sul da terra indígena. Eles acusam um produtor rural, que vem liderando invasões à terra indígena, de ser o mandante do crime.
Mesmo sem a confirmação dos massacres, a presença de garimpeiros e outros invasores é suficiente para comprovar a ocorrência de ilícitos que ameaçam o bem-estar e a existência de povos inteiros, isolados ou de recente contato, em um território que deveria ser protegido pela União.
Bases abandonadas, territórios invadidos, índios ameaçados

A Coordenação Geral de Índios Isolados e de Recente Contato (CGIIRC) contabiliza atualmente 103 registros de isolados em toda a Amazônia brasileira. São 26 referências confirmadas e 77 em estudo.
As ações de proteção e promoção dos direitos destes povos são conduzidas por 11 Frentes de Proteção aos Etnoambiental (FPEs), que mantêm suas sedes em diferentes cidades amazônicas. No interior das Tis, as ações da Funai são efetuadas pelas Bases de Proteção Etnoambiental (BPEs).
Alojamento da Funai em 2006, no Vale do Javari|Antenor Vaz
Alojamento da Funai em 2015, no Vale do Javari|Antenor Vaz

Atualmente, existem 26 bases distribuídas por 17 Tis, sendo 15 com presença de isolados e duas habitadas por povos de recente contato. A área a ser coberta chega a 60,7 milhões de hectares, quase o tamanho da França, que corresponde à metade da extensão das Terras Indígenas no Brasil. Nos últimos meses, sete destas bases foram desativadas e as demais vêm operando em condições precárias.
A escalada de invasões e agressões contra os isolados no Vale do Javari ocorre justamente no contexto em que a Funai passou a viver um estado permanente de penúria, decorrente do congelamento de seu orçamento no pior patamar de sua história recente, acirrado por sucessivos cortes suplementares.
Estrangulamento da Funai

A Funai jamais dispôs de recursos suficientes para efetuar plenamente suas funções e seu orçamento está em queda desde 2013 (veja gráfico abaixo). Mas nos últimos dois anos a situação se agravou. Em 2016, o já baixo orçamento inicial previsto para o órgão foi de R$ 542 milhões, correspondente a 0,018% do orçamento da União. Sob a justificativa de contribuir com o ajuste fiscal, este montante foi reduzido em R$ 137 milhões.
Série histórica do orçamento da Funai (2000-2017) corrigido a valores presentes pelo IPCA-IBGE. A “dotação atual” (cinza) corresponde ao valor anual inicial acrescido e/ou reduzido pelos créditos e/ou alterações aprovados; o “empenhado” (verde) ao orçamento efetivamente reservado a pagamentos planejados; e o “pago” (vermelho) ao que foi gasto. Fonte: Painel do Orçamento Federal (Siop), 2017

Dos R$ 180 milhões requeridos para investimentos e custeio de atividades na sede e nas 260 unidades espalhadas pelo país, foram liberados pelo Congresso apenas R$ 101 milhões, correspondentes a 56%.
A situação, que já era dramática, piorou este ano. Em janeiro, o governo federal liberou somente R$ 107,9 milhões ou 44% dos R$ 180 milhões para atividades e investimentos. Em março, a presidência ainda revisou suas prioridades e decretou o contingenciamento de 44% do orçamento do Ministério da Justiça e Segurança Pública e órgãos vinculados.
Após protestos, o governo liberou mais R$ 20 milhões, totalizando R$ 80 milhões (ou 44% do requerido, e não do liberado). Em penúria extrema, a Funai passou a ter dificuldades até para pagar as contas de água e luz, forçando – por estrangulamento orçamentário – a desativação de sedes, o cancelamento de operações e a não efetivação de funcionários concursados.
Loteamento e enfraquecimento

Além da via orçamentária, o governo federal vem promovendo um verdadeiro ataque à qualidade técnica ao promover a injustificada substituição de servidores qualificados, experientes e comprometidos com os povos indígenas, por indicados por partidos da base aliada.
O último destes ataques em série apareceu esta semana na carta aberta dos servidores das FPEs e da CGIIRC que acusa o governo de articular a exoneração injustificada da Coordenadora-Geral de Índios Isolados e de Recente Contato, Leila Sotto-Maior, e da Coordenadora de Planejamento e Apoio às Frentes de Proteção Etnoambiental, Paula Pires.
O enfraquecimento da política de proteção dos povos isolados e de recente contato, estabelecida em 1987, vem redundando em situações dramáticas para os povos isolados, decorrentes de invasões de suas terras não coibidas pelo poder público. “É muito provável que, se a política de estrangulamento da Funai não for revertida, ocorrerá no curto prazo um grave aumento das pressões, violências e massacres contra os isolados, recém-contatados e integrados, em territórios que deveriam ser protegidos pela União”, afirma Fany Ricardo, coordenadora do Programa de Monitoramento do ISA.
Maloca de índios isolados, interflúvio dos rios Itacoaí e Jandiatuba, Terra Indígena Vale do Javari, Amazonas|Peetsaa-CGIIRC-Funai

Além do Vale do Javari, estão sob séria ameaça povos tão diversos e distantes como: os Moxi hatëtëma thëpë (TI Yanomami) – pressionados por garimpeiros; os Awá (TIs Awá, Araribóia, Alto Turiaçu) no Maranhão – por madeireiros e fazendeiros; os Piripkura e Kawahiva do Rio Pardo (TIs de mesmo nome), no Mato Grosso – por madeireiros e fazendeiros; ou os isolados da TI Alto Tarauacá, na fronteira entre o Acre e o Peru – por madeireiros, fazendeiros e narcotraficantes.
É ainda possível evitar a tragédia iminente de que estes povos sejam exterminados, ou que tenham o mesmo destino trágico de povos que vivem no atual o estado de Rondônia, como Akuntsu (TI Omerê) e Juma (TI Uru-Eu-Wau-Wau) – reduzidos a uma família; ou mesmo o “índio do buraco” (TI Tanaru) – reduzido involuntariamente ao triste convívio apenas consigo mesmo.
Se o respeito à vida humana e ao direito nacional e internacional não são razões suficientes para os ocupantes do governo federal atuarem em defesa dos índios, é importante não esquecer que crises humanitárias desta gravidade comprometem ainda mais a imagem do Brasil no exterior e prejudicam a capacidade do país de atrair novos investimentos.
Por: Leandro Mahalem e Roberto Almeida
Fonte: ISA

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

CIDADANIA: ALTAMIRA GANHA ORGÃO DE PROTEÇÃO AO CONSUMIDOR

 APCON é implantado e atende toda região da Transamazônica e Xingu.

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A Associação de Proteção da Cidadania e do Consumidor Paraense, APCON, foi implantado em Altamira esta semana. A Associação realizará serviços de proteção ao consumidor que se sentiu lesado por algum serviço prestado. Por enquanto haverá ainda uma inauguração do prédio que fica localizado na rua treze de maio, Bairro Premem. Na manhã desta quarta-feira (13), o presidente do órgão e advogados que serão responsáveis pela APCOM realizaram uma entrevista coletiva para explicar como funcionará o atendimento.
De início a APCON vai atender causas coletivas, como por exemplo as reclamações sobre a CELPA, empresa que fornece energia elétrica no estado. Com apoio do PROCON de Belém, o órgão vai atender toda a região da Transamazônica e Xingu. Segundo Raimundo Ampuero, a Associação vai atender casos que acontecerem até cinco anos. Com a implantação da APCON os advogados acreditam que haverá uma mudança no atendimento e serviços prestados na região.
A inauguração do prédio da Associação vai acontecer na sede do Siralta na próxima sexta-feira (15). O evento será aberto para a população que se interessar em conhecer como vai funcionar o atendimento do órgão.
Por: Athaynara Farias
Foto: Xingu 230