terça-feira, 17 de outubro de 2017

MEIO AMBIENTE: ESGOTO SENDO JOGADO NAS ÁGUAS DO XINGU, EM ALTAMIRA-PA

Esgoto da Norte Energia contamina águas do Rio Xingu em Altamira
Do Editor

Fotos: Carlos Calaça

Salta aos olhos o descaso e falta de respeito às pessoas e ao meio ambiente, o que vem sendo observado nas margens do rio Xingu, mais precisamente na região conhecida como "Prainha", próximo á rua da peixaria.

Ali, tubos de esgoto jogam seus detritos ( aparentemente não tratados ) no leito do rio Xingu. Isso já vem ocorrendo há algum tempo.

video
Vídeo: Carlos Calaça

O mais interessante em observar é que esses encanamentos estão colocados de uma forma a esconder alguma irregularidade, pois encontram-se escamoteados. Ora, se o intuito seria o de mostrar que os esgotos da cidade recebem o tratamento devido antes de serem jogados no rio, lógico seria que este escoamento estivesse à mostra, para que a população visse o resultado.

Infelizmente, não é o que vem acontecendo. Aguardamos respostas e providências da Norte Energia e da SEMAT- Altamira, quanto á esse crime ambiental.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

COMPORTAMENTO: EM DEFESA DAS CRIANÇAS BRASILEIRAS!

MANIFESTO EM DEFESA DAS CRIANÇAS, DOS ADOLESCENTES E DA FAMÍLIA BRASILEIRA – 
Por Mauro Scheer
Publicado em by Avança Brasil


O Brasil tem vivido atualmente momentos difíceis, tristes e indiscutivelmente preocupantes.
A corrupção que assola nossa pátria não parece ser a causa, mas o efeito de uma sociedade que tem se afastado, dia após dia, dos princípios mais basilares que devem reger as relações humanas, entre os quais destacamos a moralidade e a fraternidade.
Nossas famílias têm sido atacadas de forma vil e torpe, com incrível frequência e de maneira às vezes difícil de ser percebida.
Forças contrárias aos bons costumes e à Justiça têm utilizado subterfúgios e armadilhas para alavancar aquilo que não pode ser aplaudido nem aceito por homens justos, de bons costumes e que tenham por motivação vital a busca pela iluminação.
Movimento Avança Brasil, no intuito de proteger o bem mais caro e precioso que um homem e uma mulher podem ter – a família – vem a público manifestar sua preocupação com diversos atos, acontecimentos e manifestações que têm ocorrido e que têm vitimado a sociedade brasileira como um todo, mas, além disso, têm atingido de forma especial o futuro de nossa pátria: nossas crianças e adolescentes.
A arte, sem dúvida, não pode e não deve ser censurada. A arte independe da necessidade de aceitação de um gosto em particular, ou seja, o que é “boa arte” para um pode não ser para o outro, mas esse outro deve igualmente respeitá-la.
Todavia, crianças e adolescentes brasileiros precisam ter respeitado seu direito à infância e sua irrefutável e necessária condição de inocência.
Da mesma forma, a escolha sexual de cada ser humano é uma opção dele próprio, que deve ser exercida apenas por ele, sem imposições ou forças externas, sendo necessário afastar de nossas crianças e adolescentes, enquanto estiverem em seu processo de formação moral, emocional, política e psicológica, qualquer tentativa de imposição ou ensinamento de algo que não seja completamente natural ou biológico.
Não faltam leis no Brasil, e indiscutivelmente, essas leis, amparadas por uma lei maior – a Constituição – impedem que crianças e adolescentes tenham contato precoce com situações com as quais não estão, por sua maturidade intelectual e emocional, prontas para compreender, tal como se espera que um adulto seja capaz de compreender.
A Sociedade está atenta ao que está se passando no Brasil e, neste ato, conclamamos a todos os brasileiros e brasileiras a manifestar seu indisponível direito ao esclarecimento, ao pensamento e ao uso da voz.
Quando poucas vozes levantam-se e gritam frases que ofendem nossa moral, devemos refletir que nosso silêncio será compreendido, entre as vozes que gritam, como de nenhuma repercussão e, entre nossos filhos e netos, que sofrerão as consequências no dia de amanhã, como imperdoável covardia e, aos olhos de Deus, como irresponsável uso da vida que nos foi dada.
E, no momento em que o mal percebe que as vozes roucas não falam, ele começa a agir com as mãos, tocando aquilo que é alvo e repleto de candura, transformando a mais límpida água no mais sujo e fétido esgoto humano.
Não podemos nos calar!!!
Brasília, 12 de outubro de 2017.
Mauro Scheer.

DÍVIDA PÚBLICA: OS ESTADOS DEVEM MESMO AO GOVERNO FEDERAL?

Governo federal cobra dívida, mas tem débito gigantesco com estados
Lei para favorecer agronegócio derrubou arrecadação de impostos de estados e municípios, que nunca foram recompensados
Pedro Rafael Vilela
Em 20 anos, por exemplo, o estado do Pará também deixou de arrecadar cerca de R$ 67,5 bilhões. - Créditos: Reprodução
Em 20 anos, por exemplo, o estado do Pará também deixou de arrecadar cerca de R$ 67,5 bilhões. / Reprodução

Enquanto o Congresso Nacional tenta aprovar um projeto de lei complementar que cria o Regime de Recuperação Fiscal para Estados em situação de falência, a União acumula débitos de centenas de bilhões de reais com as unidades federativas e os municípios. Esses débitos, caso fossem regularizados, faria com que muitos estados – que hoje mal conseguem pagar os salários dos servidores públicos – se tornassem credores do governo federal.
Essa dívida vem sendo acumulada há mais de 20 anos, desde a aprovação da lei Kandir (Lei Complementar nº 87/1996), durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). A lei Kandir permitiu a desoneração do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de produtos primários (commodities) e semielaborados destinados à exportação, tais como óleo de petróleo, minério de ferro, soja, café e tabaco. O ICMS é um imposto recolhido pelos estados. O objetivo era baratear esses produtos no exterior, impulsionando o setor do agronegócio. O problema é que, além de favorecer a desindustrialização do país, que passou a apostar mais na venda de produtos primários do que os manufaturados (industrializados), essa lei resultou em um aumento da degradação ambiental, com o avanço das monoculturas e da pecuária, e ainda derrubou a arrecadação de impostos de estados e municípios, que nunca foram devidamente recompensados pelas perdas de receita.
No fim do ano passado, por unanimidade, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) julgaram procedente a ação movida pelo estado do Pará e determinaram ao Congresso Nacional a definição, em até doze meses, dos critérios e regras de compensação aos estados exportadores pelas perdas decorrentes da desoneração das exportações, como prevê a própria lei Kandir.
Estados falidos, mas credores

Os estados mais prejudicados pela lei Kandir são justamente aqueles que têm na economia agroexportadora sua principal fonte de receita e que hoje sofrem de uma grave crise fiscal. É o caso, por exemplo, do Rio de Janeiro (petróleo), Minas Gerais (minério), Rio Grande do Sul (soja e tabaco), Pará (minério e soja) e Mato Grosso (soja), entre outros.
O Rio de Janeiro, que depende hoje de um acordo de recuperação financeira com o governo federal, deixou de arrecadar, em duas décadas, mais de R$ 49,2 bilhões. Esse montante é muito superior aos R$ 19 bilhões de rombo nos cofres públicos do estado, que sofre com atrasos sucessivos no pagamento de salário dos servidores, de fornecedores e o desmantelamento dos serviços públicos básicos, como saúde e educação. O levantamento dessa perda de receitas com a lei Kandir foi apontado em estudo da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa). “Se o governo federal fosse menos duro e repassasse cerca de R$ 19 bilhões dos R$ 49 bilhões que o estado deixa de arrecadar com a lei Kandir, o Rio sairia da crise”, apontou o economista Mauro Osório, em recente entrevista ao jornal O Dia.
Além de não recompensar os estados, o governo federal tenta impor, no projeto de recuperação fiscal, contrapartidas duríssimas aos estados, como o congelamento de salários, aumento de impostos, fim de concursos públicos e privatização de empresas estatais, mesmo aquelas mais rentáveis, como a companhia de água e esgoto do Rio, a Cedae, que teve sua venda aprovada pela Assembleia Legislativa do estado. Em Minas Gerais, o governador Fernando Pimentel (PT) afirma que o estado teria a receber cerca de R$ 135 bilhões de compensação pela lei Kandir, enquanto deve R$ 88 bilhões ao governo federal. Isso permitira não apenas quitar a dívida com a União, como ainda se tornar credor. Em recente entrevista ao jornal Valor Econômico, Pimentel rejeitou adotar as contrapartidas exigidas pelo governo federal no projeto de recuperação fiscal dos estados, como o congelamento de salários. O governador também garantiu que não vai vender a Cemig e a Codemig, empresas públicas com participação acionária do estado mineiro.
O Rio Grande do Sul é outro estado em crise, mas que deveria receber ao menos R$ 43 bilhões de compensação do governo federal. Em vez de pressionar a União, o governador Ivo Sartori (PMDB), aliado de Michel Temer, tem priorizado um forte ajuste fiscal nas contas estaduais, com a venda de diversas empresas estatais e fechamento de fundações. Salários de servidores e serviços públicos também têm sido fortemente afetados.
Em 20 anos, de acordo com a Fapespa, o estado do Pará também deixou de arrecadar cerca de R$ 67,5 bilhões. Foi o governo do estado que entrou com ação no STF para obrigar o Congresso Nacional a aprovar uma lei de compensação das perdas dos estados com a lei Kandir. Outro estado bastante afetado pela perda de impostos é o Mato Grosso, principal exportador de soja do país. O estado deixa de arrecadar, por ano, R$ 7 bilhões em ICMS desonerados do setor do agronegócio. Os repasses federais para compensar essa perda são de cerca de R$ 400 milhões anuais, o que é menos de 7% do que o estado deveria arrecadar, segundo cálculos da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).
Edição: Luiz Felipe Albuquerque

AMAZÔNIA: CONSTANTES BUSCAS PARA REDUZIR O DESMATAMENTO

Mapa da atividade ilegal da Amazônia aponta desmatamento como maior problema

Pesca, caça e mineração também têm números elevados de notificações
Área desmatada para um garimpo de ouro numa unidade de conservação no Amapá – Erico Emed KauanoA Amazônia brasileira é objeto do maior programa de conservação de florestas tropicais do planeta, com 54% das áreas remanescentes de mata protegidas, mas apesar das medidas protetivas, os recursos naturais continuam sendo explorados. De acordo com um estudo publicado nesta terça-feira no periódico “PeerJ”, entre 2010 e 2015 foram registrados oficialmente 4.243 casos de atividade ilegal, sendo a degradação da vegetação o maior dos problemas.

— Normalmente, os estudos sobre a Amazônia são focados no desmatamento, mas a gente conseguiu montar um panorama geral das atividades ilegais nas unidades de conservação — comentou o coautor do estudo Érico Kauano, da Universidade Federal do Amapá e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. — E essa amostra é dos registros oficiais, é provável que aconteçam muitos outros casos que não são notificados.
Dos registros de infração analisados, 1.585 foram classificados como de “supressão ou degradação da vegetação”, ou 47,4% do total de casos, seguidos por “pesca ilegal”, com 1.160 registros (27,3%¨), e “atividades de caça”, com 770 notificações (18,2%). Ainda foram autuados 202 casos de “mineração ilegal”; 175 de “ocupação ou construção irregular”; 136 de “práticas e condutas em descordo com as regulações”; 132 atos “contra a administração ambiental”; 40 de “uso ilegal de produtos florestais não madeireiros”; 26 de “atividades de agricultura e criação de animais”; e 17 de “poluição”.
— A extração e caça seletivas eliminam espécies chave que são essenciais para a manutenção dos processos ecológicos que mantém uma floresta saudável — apontou Fernanda Michalski, professora da Universidade Federal do Amapá e coautora da pesquisa.
Armas e animais mortos apreendidos dentro de uma unidade de conservação na Amazônia – Erico Emed Kauano

A Amazônia brasileira cobre uma área de aproximadamente 4,3 milhões de km², cerca de metade de todo o território nacional, com população de 21,6 milhões de pessoas. Foram analisados dados de 118 Unidades de Conservação, tanto de proteção integral como de uso sustentável, que totalizam cerca de 600 mil km². Ao todo, a Amazônia possui 127 Unidades de Conservação, mas nove delas foram criadas depois de 2010.
Segundo Kauano, a hipótese inicial era que mais casos fossem registrados nas áreas de proteção integral, por serem mais restritivas, mas isso não aconteceu. As infrações são espalhadas de forma quase uniforme por todas as áreas de conservação. As exceções estão na pesca ilegal, com mais registros nas zonas litorâneas, e na degradação da vegetação, mais concentrada no chamado Arco do desmatamento.
Além disso, os pesquisadores apontam uma variável que influencia no número de registros de atividades irregulares: a presença de população. A densidade populacional no entorno das unidades de conservação foi o “mais importante preditor para o número total de infrações”. A segunda variável mais relevante foi a acessibilidade, tanto por rio como por estradas.
— Um dado interessante que a gente notou foi a relação negativa da pesca ilegal nas reservas de uso sustentável, ou seja, a população está ajudando a conter os ilícitos — comentou Kauano. — Não existe uma receita mágica para conter as atividades ilegais, mas as ações educativas nas comunidades ribeirinhas são um dos instrumentos. Também é preciso aumentar a presença da fiscalização e apresentar alternativas de renda para a população.
Por: Sérgio Matsuura
Fonte: O Globo

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

COMPORTAMENTO: SINAIS DE QUE VOCÊ CONVIVE COM UMA PESSOA INVEJOSA

12 sinais de que você está convivendo com uma pessoa invejosa
pessoa_invejosa
Muitas vezes, estamos do lado de uma pessoa invejosa e não sabemos identificar. A consequência disso é que corremos o risco de atrair muitos problemas desnecessários.
Neste post, falaremos de dez pistas que os invejosos deixam para que você possa evitá-los ou pelo menos se precaver.
1. Pessoas que não largam do nosso pé
Sabe aquela pessoa que vive mandando mensagens, fazendo ligações e está coladinha em suas redes sociais? Ela pode ser muito sua amiga ou pode ser pura inveja. Como saber?
Termine de ler os outros sinais, para ver se há outros indícios…
2. Pessoas que vivem se comparando a você
É impressionante como tem muita gente assim! Além da comparação, também caem na necessidade de comprar os mesmos objetos que você e fazer as mesmas viagens, por exemplo.
Pode ser que essa pessoa admire você, mas também pode ser uma pessoa invejosa. Como saber?
Veja as outras características.
Resultado de imagem para imagens inveja
3. Pessoas que mentem o tempo todo
Os invejosos geralmente são falsos. Cuidado com isso!
4. Pessoas que vivem fofocando
Acredite: o invejoso tem muita dificuldade de guardar um segredo. Observe se quem está ao seu lado vive falando mal dos outros e revelando os segredos.
5. Pessoas irônicas
Quem vive com ironia, reclamações e críticas já não anda numa energia boa.
Por isso, fique de olho se você anda com alguém assim.
6. Pessoas que nunca elogiam
O invejoso tem dificuldades para elogiar, pois ele quer a todo custo ser melhor do que qualquer outra pessoa.
7. Pessoas com dificuldade de se relacionar com quem é inteligente
Todo mundo sabe que andar com gente inteligente, proativa e influente é um desafio que nos torna, de forma indireta, pessoas melhores.
No entanto, os invejosos mergulham tanto na ideia de que precisam ser melhores do que os outros que acabam criando situações inconvenientes e constrangedoras para quem eles invejam.
Resultado de imagem para imagens inveja
8.  Pessoas vitimistas
Elas procuram chamar atenção independentemente de como. Por isso, são limitadas e se desvalorizam constantemente diante dos outros.
9. Pessoas que tentam provocar inveja
Parece até piada, mas o invejoso tenta causar inveja no outro para se sentir superior. O resultado disso é muita vibração ruim. Cuidado para não cair nesse círculo vicioso!
10. Pessoas com dificuldade de se relacionar
Gente que vive brigando como todo mundo, sabe? Estas pessoas sempre estão com novos amigos, porque são incapazes de manter os velhos.
Analise bem se você anda com alguém que tem algumas dessas características e também faça uma autocrítica. Afinal, ninguém quer ter compromisso com o erro, não é mesmo?
11. Pessoa que reduz as suas conquistas
Imagine a seguinte cena: você acaba de conquistar algo maravilhoso e conta para um amigo sua.
Em vez de comemorar com você, ela faz um comentário reduzindo a sua conquista, algo como: “Ah! que bom… mas também não é para tanto…”.
Pode ter certeza: com quase toda a certeza, em vez de um amigo, você tem um invejoso ao seu lado.
12. Pessoa que vive criticando você em público
Cuidado com pessoas que vivem fazendo comentários que sempre desvalorizam você, especialmente quando é na frente de todos. A intenção delas é, na verdade, minar a nossa autoestima e fazer com que nos sintamos incapazes.
Ou seja, são grandes invejosos que querem apenas nos ver infelizes. 

CELULAR ROUBADO: É IMPORTANTE FAZER UM B.O DO FATO

IMEI: aprenda a bloquear o aparelho celular em caso de roubo

video
Os brasileiros adoram celulares e aos poucos já estão substituindo outras tecnologias pelos aparelhos portáteis. A maior prova disso é o número de aparelhos em atividade no país em  dezembro de 2015: aproximadamente 257,8 milhões — isso mesmo, mais de um por habitante. Os telefones portáteis conquistaram muitos adeptos, hoje são quase da família e guardam muitos dos nossos segredos.
Aparelhos com GPS podem mostrar seus caminhos diários, mensagens de texto denunciar seus conhecidos e senhas de transações bancárias online armazenadas em um smartphone falam por si só.
Objetos desejados e caros não despertam a atenção apenas dos fãs de novas tecnologias. Ladrões também estão de olho no que você carrega no bolso. Falando novamente em números, você sabe quantos aparelhos são roubados no Brasil todos os anos?
Mais de um milhão! Dados do Ministério da Justiça estimam que todos os anos esse montante de pessoas ficam sem celular. Obviamente, o número deve ser muito maior, pois esse valor corresponde ao número de furtos que foram registrados nas delegacias do país. Hoje você vai conhecer mais uma arma na luta contra o roubo de celulares: o bloqueio do IMEI. Realizar esse tipo de bloqueio em conjunto com o do seu chip GSM não permite que o espertinho que roubou seu celular o use, venda ou troque.
GSM e o problema
A implantação da tecnologia GSM por todas as operadoras do país permitiu que tivéssemos mais opções na hora de escolher uma provedora de serviços para celulares. Porém, ninguém duvida que trocar de celular ou utilizar um roubado ficou muito mais fácil depois da mudança, pois basta trocar o chip para continuar usando o aparelho sem restrições.
IMEI e a solução
As facilidades do GSM e o número crescente de celulares nas ruas possibilitaram o avanço do roubo seguido de venda de telefones. No entanto, ao usar um celular GSM, o dono do número pode bloqueá-lo e evitar que seja usado em operações ilícitas. Basta entrar em contato com a operadora e solicitar o bloqueio do chip.
Para inibir o roubo de celulares a ANATEL, o Ministério da Justiça e operadoras do país pretendem assinar um acordo que permite o bloqueio total do celular pelo IMEI. Para quem não sabe, IMEI quer dizer International Mobile Equipment Identity (Identificação Internacional de Equipamento Móvel) e permite que cada celular tenha um número único, como se fosse um chassi de carro ou um código de série. 
Localização do IMEI
O IMEI pode ser encontrado na caixa do aparelho, no espaço destinado à bateria ou digitando *#06# no celular. Todo celular habilitado tem seu IMEI registrado em um banco de dados chamado EIR (Registro de Identidade de Equipamentos).
Quando um IMEI é bloqueado, as funções que dependem da operadora como, ligações e conexão com a internet ficam indisponíveis. Com isso, o aparelho perde completamente a utilidade, pois quem vai querer um celular para usar apenas como agenda ou despertador?
Como bloquear o IMEI
Bloquear o IMEI é a única garantia que você tem de que o ladrão não vai usar seu celular e nem tirar proveito de uma coisa que é sua. Para evitar transtornos, sempre mantenha o IMEI em um lugar seguro. Se você não tem a caixa, anote o número e guarde-o em casa, dessa forma se algo acontecer você tem o que precisa para solicitar o bloqueio.
1. Faça um Boletim de Ocorrência
Se o aparelho foi furtado ou você o perdeu, a primeira coisa a fazer (sempre) é ir até uma delegacia e solicitar um Boletim de Ocorrência – em alguns casos, ele é obrigatório para o bloqueio do IMEI, que é o segundo passo. Em alguns estados é possível solicitá-lo pela internet:
·         Região Sul

·         Região Sudeste

·         Região Centro-Oeste

·         Região Nordeste

·         Região Norte
RondôniaAmapáParáAmazonas e Acre. Roraima não oferece o serviço.
Mesmo que a possibilidade de recuperação do aparelho seja pequena, sempre faça um BO, pois com ele em mãos é possível provar que o celular não estava com você se ele for usado em algo ilícito. Além disso, as autoridades podem saber exatamente o número de telefones roubados e tomar medidas para evitar mais furtos.
2. Converse com a operadora
Com o BO em mãos, entre em contato com sua operadora e solicite o bloqueio do IMEI e do chip. Em alguns casos, o atendente solicitará a cópia do BO por fax ou email e assim que você enviar, o bloqueio será concluído.
Fica a dica
Quando você perder ou tiver o celular roubado sempre (sempre mesmo!) faça um BO. Além disso, bloquear o aparelho é indispensável, pois quanto mais pessoas fizerem isso, menos visados serão os telefones.
Se todas as pessoas seguirem esses passos, roubar celulares perde o sentido, tendo em vista que eles não podem mais ser usados como tal. Exceto no caso de comércio ilegal de peças, um telefone que não realiza chamadas não passa de mais um gadget inútil. 


terça-feira, 10 de outubro de 2017

COMPORTAMENTO: MUDAR HÁBITOS? POR QUE NÃO?

O melhor jeito de convencer alguém a mudar hábitos

Por Ana Prado
 
O que você faria para convencer pessoas a economizar água? Ou a reciclar o lixo? Talvez a primeira coisa que lhe venha à cabeça seja fazer uma campanha persuasiva que explique a importância disso. Mas uma série de testes que compõem um estudo recente indica que existe um meio bem mais efetivo – e sutil – de promover mudanças comportamentais. Esse meio é convencer as pessoas de que as normas sociais relativas a esse hábito já estão mudando.

A gente sabe como é difícil mudar costumes. Parar de fumar, comer menos carne, passar a se preocupar mais com o meio ambiente, fazer exercícios físicos, tudo isso dá trabalho. Mas nossos comportamentos podem mudar. E comportamentos coletivos também.
Quer um exemplo recente? Até pouco tempo atrás, era impossível passar um tempo em um bar ou casa noturna sem sair cheirando a cigarro. As pessoas fumavam em lugares fechados e mal dava para imaginar um lugar público sem essa fumaça. Hoje, todo mundo parece ter se adaptado muito bem às novas regras. Outro exemplo é o uso do cinto de segurança: já foi um incômodo, mas é uma prática padrão hoje.
“Uma questão que nos interessa do ponto de vista psicológico é como as mudanças sociais ocorrem. O que leva as pessoas a revogarem um status quo?”, diz Gregg Sparkman, aluno de doutorado em psicologia da Universidade de Stanford e um dos autores do estudo. Ele diz que, embora as mudanças de comportamento geralmente ocorram de forma lenta, elas acontecem – e talvez mais frequentemente do que pensamos.

Para descobrir quais fatores influenciam as pessoas a mudarem, Sparkman e o professor Greg Walton realizaram quatro experimentos relacionados ao consumo de carne. Eles escolheram esse hábito por ser descrito por Sparkman como “bem enraizado, altamente visível e algo que você faz todos os dias na presença de outros”.
Como parar de comer carne

Em um dos experimentos, participantes de várias regiões dos Estados Unidos leram duas declarações sobre como comer menos carne. Uma declaração descreveu como alguns americanos estavam tentando diminuir esse consumo, enquanto a outra falava sobre como alguns americanos estão mudando e agora comem menos carne.
Percebe a diferença? O primeiro texto era mais estático e mostrava pessoas ainda tentando parar de comer carne. Já o segundo era mais dinâmico e mostrava essa mudança como um movimento que já estava ocorrendo.

Quem leu a declaração dinâmica relatou mais interesse em reduzir o consumo de carne do que aqueles que leram o texto estático. Um dos motivos é que os participantes do primeiro grupo foram levados a enxergar essa mudança como algo que continuaria no futuroo que os levou a se conformar desde já com essa nova regra.

Outro experimento testou a probabilidade de estudantes pedirem um almoço à base de carne no restaurante universitário de onde estudavam. Eles também foram divididos em dois grupos: o primeiro ficou exposto, enquanto estava na fila para pegar a comida, a textos que descreviam como algumas pessoas ” limitaram a quantidade de carne que comiam” (estática).
 Outro grupo leu sobre como as pessoas de modo geral “estavam começando a limitar a quantidade de carne que comiam” (dinâmico). Os frequentadores que leram a declaração dinâmica eram duas vezes mais propensos a solicitar uma refeição sem carne do que os outros.
Sutileza é fundamental
Um aspecto importante desses estudos, dizem os pesquisadores, é que os participantes nunca foram convidados a mudar seu comportamento, ou sequer ouviram os benefícios de fazer isso. “Nós não pedimos às pessoas que não comessem carne ou comessem menos carne”, diz Walton. “Eles apenas receberam informações sobre mudanças”.
Os autores também fizeram um experimento envolvendo o desperdício de água durante a recente seca da Califórnia. Para isso, colocaram anúncios em lavanderias universitárias com duas mensagens diferentes. A versão estática dizia algo como “A maioria dos residentes da Universidade Stanford economiza água”, enquanto a outra mensagem, dinâmica, dizia “Os residentes de Stanford estão mudando: agora a maioria economiza água”. Resultado: 30% dos estudantes que viram a mensagem dinâmica passou a usar menos água durante a lavagem de roupa (colocando mais roupas na máquina de uma só vez), quanto apenas 10% dos que viram a mensagem estática haviam feito o mesmo. Não houve mudanças entre pessoas que não viram anúncio nenhum.
Agora, os autores querem entender se é possível aplicar esse método a outras iniciativas de sustentabilidade, como reduzir o uso de eletricidade. “As mensagens dinâmicas podem desempenhar um papel importante na mudança social”, diz Sparkman. “Saber que outras pessoas estão mudando já pode instigar todos esses processos psicológicos que motivam mudanças”.


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

COMPORTAMENTO: COMO IDENTIFICAR UMA CACHAÇA DE QUALIDADE


Há quem diga que não há dia para beber (“qualquer dia é dia”) e quem prefira tomar uma somente aos finais de semana, num happy hour ou naquela confraternização. Também há quem fique procurando motivo para beber o tempo todo, mas o melhor motivo para degustar é o simples momento de prazer,  a apreciação sensorial pelo nosso querido destilado.
Degustada em cada canto do país, a Cachaça ganhou diversos apelidos por onde passa. Cada região carinhosamente escolheu um nome, com sua característica cultural. Neste post vou orientá-los a por meio de nove dicas, como identificar se uma Cachaça é de qualidade ou não com alguns passos básicos.

01 – Açúcares mascaram sabores ruins

 Cachaça 01.jpg
Ao degustar uma Cachaça, é necessário observar seu aroma, a sua “agressividade”, a acidez, o sabor alcoólico inicial, residual e seu retrogosto. Deve-se ficar atento à doçura da bebida, onde algumas vezes alguns produtores adicionam sacarose e açúcares para mascarar algum sabor desagradável em seu destilado, então fique atento. Cachaça NÃO possui açúcar em sua composição em nenhuma hipótese.

02 – Cachaça deve ser limpa ou límpida
 Cachaça 3.jpg
Uma Cachaça de qualidade tem que ser límpida, transparente e sem resíduos. Um dos processos do controle de qualidade da fabricação do destilado 100% Brasileiro é o processo de filtragem, que é de grande importância. E novamente, deve-se observar o aroma, que além de agradável, não pode ser agressivo e tem que despertar a sua vontade de saborear a Cachaça.

03 – Você pensa que Cachaça é água?

 Cachaça 1
Cachaça não é água não, a Cachaça de qualidade deve conter uma viscosidade diferente da água ao servir ela deve escorrer lentamente da garrafa e também deve haver lágrimas no copo ou taça logo após servir. Por isso usa-se copos cônicos e taças para degustá-las, sempre transparentes, para que possamos fazer essa análise visual criteriosa.

04 – Diferentes Cachaças, gostos diferentes

 Cachaça 4
Cada Cachaça possui uma característica e um paladar singular, ou seja, cada uma possui um sabor, graduação alcoólica, adstringência, pungência. picância onde o degustador ao beber consegue diferenciar se ela é uma Cachaça adocicada, ácida, amarga, salgada, frutada dentre outras características do próprio destilado que podem vir com a Cachaça pura ou com a influência do envelhecimento ou armazenagem em barris de madeira.

05 – Se hidrate, água é vida; se alimente, comida é energia

 beber agua
Devido ao alto teor alcoólico das Cachaças, é necessário beber água entre uma dose e outra, também é necessário alimentar-se. Comer pães de diversos tipos de forma pura, sem condimentos é uma ótima opção no momento de uma degustação mais criteriosa.

06 – É necessário tempo

 Cachaça 5.jpg
Você precisa de tempo entre uma dose e outra. O recomendável é que você espere de 15 a 20 minutos entre uma dose de Cachaça e outra. Já para coquetéis e batidas é necessário um tempo maior, de 20 a 30 minutos em média. 
07 – Aroma Suave

 Cachaça 2.jpg
Geralmente uma Cachaça de qualidade possui um aroma bem suave, não pode agredir o nariz e nem sentir uma ardência muito forte. Há um costume entre os degustadores que agitam a garrafa antes de abri-la para observar a quantidade de bolhas formadas. Muitos chamam de rosário e quanto maior for a quantidade de bolhas, melhor é a qualidade da Cachaça.

08 – Armazenamento

 armazenamento.jpg
As Cachaças de qualidade devem ficar armazenadas de maneira correta, sejam em tonéis de madeira ou inox, em local fresco e arejado, de forma que possam trocar suas propriedades com a madeira, ou descansar em dornas de inox. Produtos com envelhecimento por mais tempo ganham status e aumentam seu valor agregado.

09 – Tudo em seu tempo

 preparando solo.jpg
Para produzir uma Cachaça de qualidade, é necessário um cuidado desde o plantio da cana-de-açúcar. É preciso a escolha certa do terreno, uma boa preparação do solo, uma colheita e manejo cuidadoso, e uma seleção criteriosa das canas colhidas. A colheita deve ser feita em uma época correta e propícia para o tempo correto para que a cana atinja seu teor de brix (quantidade de açúcar) ideal.

Observando e conhecendo as Cachaças que compra, todos os seus processos e fazendo algumas análises prévias, sempre terá consigo uma ótima Cachaça Artesanal de alambique para degustar prazerosamente sozinho ou com amigos e familiares!