quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

SOBERANIA: PARA REFLETIR O QUE REALMENTE IMPORTA

O Brasil nunca pertenceu aos índios
 

www.alertatotal.net
Por Sandra Cavalcanti
 
 
Quem quiser se escandalizar, que se escandalize. Quero proclamar, do fundo da alma, que sinto muito orgulho de ser brasileira. Não posso aceitar a tese de que nada tenho a comemorar nestes quinhentos anos. Não agüento mais a impostura dessas suspeitíssimas ONGs estrangeiras, dessa ala atrasada da CNBB e dessas derrotadas lideranças nacional-socialistas que estão fazendo surgir no Brasil um inédito sentimento de preconceito racial.

Para começo de conversa, o mundo, naquela manhã de 22 de abril de 1500, era completamente outro. Quando a poderosa esquadra do almirante português ancorou naquele imenso território, encontrou silvícolas em plena idade da pedra lascada. Nenhum deles tinha noção de nação ou país. Não existia o Brasil.

Os atuais compêndios de história do Brasil informam, sem muita base, que a população indígena andava por volta de cinco milhões. No correr dos anos seguintes, segundo os documentos que foram conservados, foram identificadas mais de duzentos e cinqüenta tribos diferentes. Falando mais de 190 línguas diferentes. Não eram dialetos de uma mesma língua. Eram idiomas próprios, que impediam as tribos de se entenderem entre si. Portanto, Cabral não conquistou um país. Cabral não invadiu uma nação. Cabral apenas descobriu um pedaço novo do planeta Terra e, em nome do rei, dele tomou posse.

O vocabulário dos atuais compêndios não usa a palavra tribo. Eles adotam a denominação implantada por dezenas de ONGs que se espalham pela Amazônia, sustentadas misteriosamente por países europeus. Só se fala em nações indígenas.

Existe uma intenção solerte e venenosa por trás disso. Segundo alguns integrantes dessas ONGs, ligados à ONU, essas nações deveriam ter assento nas assembléias mundiais, de forma independente. Dá para entender, não? É o olho na nossa Amazônia. Se o Brasil aceitar a idéia de que, dentro dele, existem outras nações, lá se foi a nossa unidade.

Nos debates da Constituinte de 88, eles bem que tentaram, de forma ardilosa, fazer a troca das palavras. Mas ninguém estava dormindo de touca e a Carta Magna ficou com a palavra tribo. Nação, só a brasileira.

De repente, os festejos dos 500 anos do Descobrimento viraram um pedido de desculpas aos índios. Viraram um ato de guerra. Viraram a invasão de um país. Viraram a conquista de uma nação. Viraram a perda de uma grande civilização.

De repente, somos todos levados a ficar constrangidos. Coitadinhos dos índios! Que maldade! Que absurdo, esse negócio de sair pelos mares, descobrindo novas terras e novas gentes. Pela visão da CNBB, da CUT, do MST, dos nacional-socialistas e das ONGs européias, naquela tarde radiosa de abril teve início uma verdadeira catástrofe.

Um grupo de brancos teve a audácia de atravessar os mares e se instalar por aqui. Teve e audácia de acreditar que irradiava a fé cristã. Teve a audácia de querer ensinar a plantar e a colher. Teve a audácia de ensinar que não se deve fazer churrasco dos seus semelhantes. Teve a audácia de garantir a vida de aleijados e idosos.

Teve a audácia de ensinar a cantar e a escrever.

Teve a audácia de pregar a paz e a bondade. Teve a audácia de evangelizar.

Mais tarde, vieram os negros. Depois, levas e levas de europeus e orientais. Graças a eles somos hoje uma nação grande, livre, alegre, aberta para o mundo, paraíso da mestiçagem. Ninguém, em nosso país pode sofrer discriminação por motivo de raça ou credo.

Portanto, vamos parar com essa paranóia de discriminar em favor dos índios. Para o Brasil, o índio é tão brasileiro quanto o negro, o mulato, o branco e o amarelo. Nas nossas veias correm todos esses sangues. Não somos uma nação indígena. Somos a nação brasileira.

Não sinto qualquer obrigação de pedir desculpas aos índios, nas festas do Descobrimento. Muitos índios hoje andam de avião, usam óculos, são donos de sesmarias, possuem estações de rádio e TV e até COBRAM pedágio para estradas que passam em suas magníficas reservas. De bigode e celular na mão, eles negociam madeira no exterior. Esses índios são cidadãos brasileiros, nem melhores nem piores. Uns são pobres. Outros são ricos. Todos têm, como nós, os mesmos direitos e deveres. Se começarem a querer ter mais direitos do que deveres, isso tem que acabar.

O Brasil é nosso. Não é dos índios. Nunca foi.


Sandra Cavalcanti é Professora Aposentada.
 

CONCURSO: NOMEAÇÃO DE APROVADOS VAI DEPENDER DA JUSTIÇA


Altamira: nomeação agora depende da justiça


O concurso público de Altamira está em tramitação na justiça e a nomeação dos aprovados depende agora, do resultado de uma sucessão de ações.
 
1.    No dia 09/10/2012 o Ministério Público do Estado do Pará ingressou com uma ação pedindo a suspensão do Concurso de Altamira.
 
2. No dia 29/10/2012 foi concedida uma decisão interlocutória onde a Justiça negou a tutela antecipada e manteve a realização do concurso.
 
3.    E no dia 05/11/2012, o Ministério Público interpôs um agravo de instrumento ao tribunal que está em tramitação e deve ser aguardado antes de qualquer atitude referente ao assunto.
 
Os interessados podem consultar o número do processo é: 0004566.93.2012.8.14.0005, movido pelo Ministério Público do Estado do Pará. As informações sobre a nomeação dos aprovados, segundo a assessoria de comunicação da prefeitura, depende da tramitação do processo. Estamos acompanhando.  

Informações: Ascom Prefeitura de Altamira 


Postado por Blog da Karina Pinto

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

CELULAR: À PROVA D'ÁGUA, DE CHOQUE, DE POEIRA, DE AREIA ...DE TUDO!


Samsung anuncia Galaxy Xcover 2,

um Android à prova d’água para 

atletas

Para o TechTudo

Samsung apresentou, nesta sexta-feira (25), o Galaxy Xcover 2, smartphone super resistente desenvolvido para consumidores “radicais”. À prova d’água, de areia e de poeira, o gadget é equipado até com um “personal trainer virtual”, o Cardio Trainer Pro, para auxiliar os usuários na hora dos exercícios.

Com tela de quatro polegadas WVGA, Android Jelly Bean 4.1 e processador dual-core de 1 GHz, o novo smartphone da Samsung tem performance mediana. Seu grande destaque é mesmo a resistência aos mais diversos tipos de danos. Suas configurações para os aventureiros também chamam a atenção. Ele possui o Google Maps pré-instalado, além de um sistema GPS + Glonass, que aumenta em 20% a precisão das localidades que o usuário busca.

Além disso, sua bateria com capacidade de 570 horas (pelo menos é o que a fabricante promete) faz com que ele seja perfeito para quem vai realizar atividades um pouco mais demoradas – como expedições e acampamentos. Ele tem ainda conectividades Bluetooth e Wi-Fi, câmera principal de cinco megapixels e frontal VGA, e conta com a interface visual tradicional dos aparelhos da linha Galaxy da Samsung.

Não foram anunciadas, porém, informações relativas a preço, data de chegada no mercado e países onde o produto será comercializado. Há a expectativa de que o produto seja apresentado ao público no evento MWC 2013, que acontece em Barcelona no final de fevereiro.

Via Engadget

VOLTA ÀS AULAS: CUIDADO COM AS LISTAS DAS ESCOLAS


Volta às aulas: saiba o que pode e o que

não pode ser exigido na lista de material

escolar

Carla Hosoi* Do UOL, em São Paulo



Garantir todos os itens da lista de material escolar nem sempre é uma tarefa fácil para muitos pais. É a caneta preta de determinada marca, cem folhas de papel colorido "de preferência" do fabricante X, lápis de cor 12 cores no tamanho Y. 

O fato é que não existe uma "lista base" ou uma lei no âmbito pedagógico que determine que materiais as escolas particulares podem requisitar e quais são terminantemente proibidos. No entanto, alguns pedidos infringem o código de defesa do consumidor (art. 39, código de defesa do consumidor, lei 8.078).

Material de uso coletivo, como cartuchos de tinta para impressora, copos descartáveis, sabonete e álcool, não podem constar na lista de pedidos. Esses itens fazem parte da manutenção do estabelecimento e seu custo deve estar previsto na mensalidade. 

A escola também não deve determinar a marca do material de uso pessoal pedido, informa Leila Cordeiro, assessora técnica do Procon-SP.

Nem tudo que aparece nas listas de material escolar são itens que podem ser exigidos pela escola. A assessora técnica do Procon-SP Leila Cordeiro esclarece o que pode e o que não pode. Confira:

  • Material escolar de uso pessoal, como cadernos, lápis, lápis de cor e canetinhas, podem ser pedidos pela instituição para uso do aluno ao longo do ano letivo. Prazos de entrega devem ser negociados entre pais e professores. A escola, no entanto, não pode vincular a entrega do material a penalidades pedagógicas 
  • A escola não pode incluir na lista materiais de uso coletivo, como tinta de impressora, copo descartável e sabonete. Esses itens fazem parte da manutenção do estabelecimento e o valor deve estar incluído na mensalidade
  • Materiais de higiene pessoal, como papel higiênico, e produtos de limpeza também não podem constar na lista de pedidos da escola. Se os pais quiserem que o filho tenha itens de higiente para uso individual, como o sabonete, podem enviar para a instituição
  • A escola não pode determinar marcas e fabricantes dos materiais de uso pessoal. Os pais podem escolher marcas e preços de sua preferência 
  • A escola não pode obrigar a compra dos materiais em determinado local. O consumidor pode escolher o lugar em que fará suas compras 
  • A escola não pode ter taxas para pagamento de contas de luz, telefone e água. Essas despesas já devem estar embutidas no valor da mensalidade e da matrícula 
  • A instituição também não pode impor o pagamento de taxas de material escolar quando já há opção de compra de material via lista 
  • O material de uso pessoal que eventualmente sobrar durante o ano letivo deve ser devolvido para o aluno. Se a lista infringir alguma dessas regras, os pais devem contestar a escola. Caso o problema não seja resolvido, podem acionar os órgãos de defesa do consumidor

Segundo a assessora, os pais têm o direito garantido de opção e pequisa de compra. "Há uma grande variedade de preço. É preciso pesquisar muito antes de comprar. A pesquisa na internet e a possibilidade de compra coletiva, junto com outros pais, são boas opções para reduzir esses gastos", afirma.

Redução de gastos

Na dúvida se a quantidade de material escolar pedida na lista é exagerada, os pais podem exigir da escola uma justificativa pedagógica para os materiais pedidos. 

"Os materiais são sempre requisitados de acordo com um planejamento global do ano, por disciplina. Orientamos  para que as instituições sempre zelem pelo bom senso e pela transparência, já que os pais podem requisitar uma justificativa para os materiais pedidos naquele ano", diz o professor José Augusto de Mattos Lourenço, vice-presidente do Sieesp (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Particular do Estado de São Paulo).

Uma alternativa para fracionar os gastos com esses materiais é verificar junto à diretoria e coordenação da escola a possibilidade de entregar os pedidos ao longo do ano, conforme a utilização dos mesmos.

"Não é necessário  comprar todos os livros de uma vez, por exemplo. E jamais a entrega total ou parcial dos materiais pode estar vinculada a uma penalização pedagógica ao aluno. Pais e escola devem sempre buscar um diálogo, um acordo. Caso não seja possível ou haja alguma insatisfação, aí sim os pais devem recorrer a algum órgão de defesa do consumidor", atenta a assessora técnica do Procon-SP.

O material de uso pessoal que eventualmente sobrar durante o ano letivo deve ser devolvido para o aluno. "Essa também é uma boa maneira de economizar, pois muitos materiais são reaproveitáveis", lembra Leila.

Em caso de dúvidas

A associação de consumidores Proteste lançou em seu site uma cartilha para orientar pais e alunos sobre a volta às aulas. A publicação traz informações sobre os direitos dos estudantes, e dicas para os pais economizarem na compra de material escolar e uniforme.

O Procon-SP pode ser acionado através do telefone 151 ou do site

* Com informações da Agência Brasil

ÍNDIOS: UÉH! MAS A TERRA NÃO É SAGRADA PARA ELES?


Índios 'alugam' terras para exploração ilegal de madeira

 Nas transações, madeireiros pagam R$ 15 pelo m³ da madeira, depois revendida por preços na casa dos R$ 1.000

Índios da Amazônia têm loteado e "alugado" terras para madeireiros desmatarem e retirarem madeira de forma ilegal --e a preços módicos.



A Folha identificou casos em ao menos 15 áreas indígenas (no Amazonas, Pará, Maranhão, Mato Grosso e Rondônia), com base em investigações da Polícia Federal, Ministério Público e relatos de servidores da Funai (Fundação Nacional do Índio).

Nas transações, madeireiros pagam R$ 15 pelo m³ da madeira, depois revendida por preços na casa dos R$ 1.000, de acordo com a PF.

Além de pagamento em dinheiro, os índios também aceitam aparelhos eletrônicos, bebidas ou até mesmo prostitutas, conforme relatos de funcionários da Funai.

A madeira ganha aspecto de legalidade pelo uso de planos de manejo aprovados legalmente para outras áreas. Chega assim ao mercado.

Fora da Amazônia, a prática é menos comum, por haver menos madeira disponível com interesse comercial.

As terras indígenas representam 21,2% da Amazônia Legal. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais apontam que o desmatamento ainda não chegou a grandes proporções nessas áreas --atingiu até agora 1,29%.

Além da madeira, também existem investigações sobre o envolvimento de índios na extração de minério.

SEM CONTROLE

Na terra indígena Anambé, em Moju, no Pará (a 266 km de Belém), relatório da Funai diz que os índios, após alugarem parte do território a madeireiros, acabaram perdendo o controle sobre a área.

O posto da fundação que ficava no local foi abandonado após um funcionário ter sido ameaçado por madeireiros. O local será reativado.

Uma das índias afirmou à Folha que a maioria dos índios era contra o loteamento. "A gente tenta mostrar que o desmatamento não é bom para nós. Mas mesmo assim tem muitos que vendem [a madeira]. Dinheiro vicia a pessoa", disse Maria Anambé, 36.

Relatórios de fiscalização apontam que a madeira do local é levada para Tailândia, polo madeireiro do sudeste do Pará e que foi alvo, em 2008, da Operação Arco de Fogo, do Ibama e da PF.

Em Mato Grosso, a PF detectou o problema em 2007 no Parque Nacional do Xingu, uma das maiores áreas indígenas do mundo.

A Justiça Federal chegou a bloquear bens de madeireiros. A decisão dizia que os índios "não só foram aliciados para facilitar a ação [...] como se tornaram agentes ativos e destacados na extração e comercialização de madeiras".

Em Rondônia, o líder indígena Almir Suruí, da terra Sete de Setembro, diz que já informou a Funai sobre a conivência de moradores de algumas das 25 aldeias da área.

"Eles falam que não podem mandar fiscalização porque tem índio envolvido. Se tem, para mim é bandido como quaisquer outros. Além de roubar o próprio povo, rouba um bem da União."

 OUTRO LADO

A Funai diz que está atuando "intensamente" no combate à extração ilegal de madeira em terras indígenas, com ações de fiscalização e de capacitação.

O setor de monitoramento territorial da fundação afirma que, quando identifica a conivência de índios nesse tipo de atividade, desenvolve "alternativas econômicas sustentáveis" para que eles tenham outra fonte de renda.

Entre essas ações estão o apoio à extração de castanha-do-pará e à produção de látex, por exemplo, além de auxílio em dinheiro.

Se essas alternativas não têm efeito, afirma a coordenação, os casos são levados à PF e a outros órgãos de segurança pública.

REDUÇÃO

Coordenadora do setor de monitoramento, Thaís Gonçalvez afirmou, por e-mail, que o desmatamento nessas terras vem caindo desde 2008, diferentemente dos índices de unidades de conservação e assentamentos.

"Ou seja, nossos esforços ao longo dos anos de fiscalização e fomentos a atividades econômicas sustentáveis têm surtido efeito, apesar do baixo orçamento e de recursos humanos limitados."

Em outubro do ano passado, a Funai em Brasília encaminhou às coordenações regionais uma espécie de cartilha orientando servidores sobre as penas previstas a quem extrai madeira ilegalmente.


http://www.cenariomt.com.br/

SAÚDE: DIET, LIGTH OU ZERO? VOCÊ SABE DIFERENCIAR?



DIET, LIGHT OU ZERO?

 http://itodas.uol.com.br

Quando você está de frente para as prateleiras cheias do mercado, bate aquela dúvida: é melhor levar o produto diet, o light ou o zero? Se você acha que tanto faz, porque eles são iguais, cuidado! Você pode estar colocando em risco a sua dieta e até mesmo a sua saúde. As nomenclaturas acabam confundindo o consumidor, por isso é preciso estar atento às informações das embalagens para não errar. O primeiro passo é definir o que você deseja. Pode ser um controle da quantidade de calorias, a eliminação do açúcar ou a restrição do consumo de determinado nutriente. A partir daí, verifique todos os rótulos e faça a sua escolha. “Sempre compare o produto light, diet ou zero com a versão tradicional para perceber onde houve alterações e definir se ele atende às suas necessidades”, orienta a nutricionista Gabriela Taveiros, do Portal Minha Vida.

Ela explica também que muita gente vê esses produtos como saudáveis e pensam que podem ser consumidos à vontade, o que não é verdade. “Eles apresentam alterações em sua composição, mas isso não quer dizer que sejam mais saudáveis. Assim como os produtos tradicionais, os diet, light e zero devem ser consumidos com moderação”, afirma.

Outro erro comum é achar que todos esses produtos são bons para quem quer emagrecer. Não existe uma categoria específica que seja melhor para a dieta. Cada produto é diferente. “O leite condensado light, por exemplo, tem isenção de gordura, mas não de açúcar. Pelo contrário! Para manter as características do produto a quantidade de açúcar pode ser um pouco maior do que na versão tradicional, o que faz com que ele seja ainda mais calórico. Já o chocolate diet tem pouco açúcar, mas há acréscimo de gordura, o que também o torna mais calórico que um chocolate tradicional”, explica.

Para te ajudar a identificar as diferenças entre as categorias de produtos e acertar na hora da compra, a nutricionista dá algumas orientações:

Diet: Tem redução ou isenção de determinado nutriente, como açúcar, gordura ou proteína. É indicado para pessoas que necessitam de uma alimentação com restrição de algum desses nutrientes, como é o caso dos diabéticos, que precisam controlar a quantidade de açúcar. Normalmente não apresenta muita diferença no sabor. Mas embora haja redução ou isenção de um nutriente, outro pode estar presente em quantidade ainda maior para que o produto mantenha sua consistência e sabor, o que aumenta o valor calórico.

Light: Apresenta redução no teor de nutriente ou valor calórico. Para ser considerado light, o produto deve ter no máximo 40 calorias em 100 gramas ou redução mínima de 25% das calorias em comparação ao tradicional. Por isso é o mais indicado para quem deseja emagrecer. Mas nem sempre há isenção de calorias. Alguns produtos light apresentam apenas redução de sódio, o que não influencia no valor calórico.

Zero: É isento de algum nutriente, como açúcar, gordura, proteína ou sódio. Assim como os alimentos diet, também é indicado para quem apresenta restrições alimentares específicas. Um alimento zero em sódio, por exemplo, é indicado para hipertensos. A isenção desses nutrientes, porém, pode não interferir no valor calórico do produto. Um alimento zero em sódio pode conter a mesma quantidade de calorias que o produto tradicional.

CRIANÇAS: EXCESSOS NA ALIMENTAÇÃO PODE CAUSAR DOENÇAS


EXCESSO DE SÓDIO, AÇÚCAR E GORDURAS PODE CAUSAR DOENÇAS

http://itodas.uol.com.br/



Os pais devem prestar muita atenção na hora de incluir sódio, açúcar e gorduras na alimentação de seus filhos. Apesar de serem nutrientes essenciais para o desenvolvimento saudável e balanceado do organismo da criança, quando consumidos em excesso tornam-se inimigos mortais da saúde. Afinal, quais são os malefícios que estes alimentos trazem e por que devem ser consumidos com moderação?

Segundo a nutricionista especializada em alimentação escolar Jeanice de Azevedo Aguiar, os três são nutrientes que, se consumidos em grandes quantidades, levam basicamente ao mesmo destino: altos níveis de colesterol, triglicérides e pressão arterial, obesidade e baixa qualidade de vida.

“O sódio em excesso pode trazer complicações no controle da pressão logo na infância. Ele também pode causar sobrecarga nos rins, já que é lá que o nutriente é filtrado”, afirma a especialista.

De acordo com ela, um dos grandes problemas de incluir altas quantias de sódio na alimentação da criança logo cedo, por meio de salgadinhos, temperos prontos, caldos concentrados, molhos prontos, sopas industrializadas e o próprio sal de mesa, entre outros, é a habituação do paladar a comidas muito salgadas. “Tem criança que mal completa um ano e já está com o pacote de salgadinhos na mão. O paladar dela vai sendo calibrado para o salgado, e sempre que ela ingerir qualquer alimento que não contenha aquela quantidade de sal, vai reclamar”, esclarece.

O mesmo acontece com o açúcar, um dos principais vilões da alimentação infantil que, muitas vezes, é introduzido na dieta infantil desde muito cedo. “Algumas mães, quando trocam a alimentação natural (leite materno) pela artificial (leite industrializado), colocam açúcar na mamadeira, o que não deve ser feito. Da mesma forma que ocorre com o sal, o açúcar em excesso vai acostumar o paladar do bebê ao gosto muito doce”, orienta a nutricionista. O açúcar encontrado nos doces, sorvetes, chocolates e bolos, entre outros, além do próprio açúcar refinado, é o chamado “carboidrato simples”. Isso significa que, após ser ingerido, ele é rapidamente absorvido pela corrente sanguínea, podendo elevar o nível de glicose no sangue. Portanto, um dos principais riscos do consumo excessivo deste alimento é a diabetes. “Se houver, ainda, o aspecto genético na família, a situação fica bem mais complicada. Junta a hereditariedade a questões de habito, e a criança pode apresentar a doença logo na primeira infância, que é o período entre zero e cinco anos”, alerta a especialista. Outras consequências do consumo em grande quantidade incluem obesidade, colesterol alto e o aumento do nível da triglicérides, além de cáries.

Alguns estudos também sugerem que o açúcar pode piorar casos de jovens hiperativos ou com déficit de atenção. “Apesar de esta relação ainda não ter sido cientificamente comprovada, quando é detectada hiperatividade na criança, uma das medidas é, de fato, minimizar a quantidade de açúcar na dieta”, esclarece.

No caso das gorduras, são consideradas ruins as de origem animal, que são formadas basicamente por gorduras saturada e trans e colesterol. Elas podem ser encontradas em carnes e laticínios gordos, bem como em grande parte dos produtos industrializados. Sua ingestão deve ser controlada, com exceção do leite integral que, apesar de muito gorduroso, é importante para a absorção do cálcio no organismo na criança e, portanto, não deve ser retirado da dieta.

Jeanice alerta que, apesar de a gordura animal ser a mais perigosa, as de origem vegetal também podem ser prejudiciais. “A partir do momento em que você aquece o azeite ou o óleo de canola, por exemplo, eles perdem suas propriedades e se transformam em gorduras saturadas, podendo causar o mesmo dano que a gordura animal”, orienta.

Se consumidas em excesso, as gorduras podem causar complicações para as veias e artérias das crianças, que passam a apresentar desde muito cedo níveis elevados de colesterol e triglicérides e, consequentemente, aumento da pressão arterial. O fígado, órgão onde são metabolizadas, pode ficar “gorduroso” devido à sobrecarga, ou seja, passa a ter dificuldade para metabolizar os outros nutrientes. A longo prazo, as consequências são muito piores e podem até levar a um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Balanceando a dieta

Apesar de todos os malefícios trazidos por estes alimentos, tanto o organismo dos pequenos quanto o dos adultos necessita deles para manter seu equilíbrio e funcionar bem. Por isso, o sódio, o açúcar e as gorduras não podem ser totalmente eliminados da alimentação.

“O açúcar, por exemplo, é muito importante, pois faz parte da oferta de energia que o corpo necessita. Porém, há outras fontes de energia”, esclarece a especialista. Frutas e mel são uma boa alternativa.

“O ideal não é cortar, e sim controlar a ingestão. As crianças precisam de todos esses nutrientes, mas em quantidades pequenas”, explica a nutricionista. “A recomendação para os pais é dar estes alimentos aos filhos uma vez ou outra, em uma ocasião especial, e não tornar um hábito diário de consumo. Procure manter a alimentação o mais natural possível”, completa.

Quantidades ideais

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a recomendação para o consumo diário de sódio é de, no máximo, dois gramas por pessoa, o que equivale a uma colher de chá (5g) de sal de mesa. No entanto, o órgão informa que o consumo dos brasileiros atualmente é mais que o dobro desta quantidade: 12 gramas de sal de mesa por dia. No caso do açúcar e das gorduras, a indicação varia de acordo com a idade. Para crianças entre sete e 10 anos, o ideal é consumir, no máximo, 150kcal de açúcar refinado por dia, o que corresponde a duas colheres de sopa rasas. Para a mesma faixa etária, o consumo de gorduras deve ser, no máximo, de 450kcal ao dia, o total contido em 1 e ½ colher de sobremesa de azeite + um pedaço pequeno de peito de frango sem pele + 1 e ½ copo de leite integral.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

SAÚDE: OS POLÍTICOS MERECEM TRATAMENTO ESPECIAL?

Senado paga saúde sem limites para ex e atuais senadores

Data de divulgação 
24.mar.2012

O ESCÂNDALO

Em pouco mais de 4 anos o Senado gastou R$ 25 milhões com despesas médicas de ex e atuais senadores,noticiou “O Globo” em 24.mar.2012. O jornal analisou os gastos feitos do início da legislatura anterior, em fev.2007, até o período em que a reportagem foi concluída, em mar.2012.

Foram “R$ 17,9 milhões com ressarcimentos por despesas médicas com senadores no exercício do mandato”, especificou a reportagem. Com os ex-senadores, a Casa gastou R$ 7,2 milhões. “E o detalhe é que ninguém precisa pagar nada pelo benefício”, afirmou “O Globo”.
O jornal explicou que congressistas em exercício de mandato não têm um teto para o gasto médico. Basta que apresentem notas se usarem serviço médico não conveniado com o Senado.
Também têm direito ao benefício ex-senadores que ficaram pelo menos 180 dias corridos no cargo. Para esses, há um teto anual de R$ 32.958,12 que, segundo “O Globo”, “nem sempre é respeitado”.
A reportagem citou como exemplo o ex-senador Moisés Abrão Neto (PDC-TO), que recebeu em 2008 reembolso de R$ 109.267 por despesas médicas (o triplo permitido).
“Divaldo Suruagy (PMDB-AL), que exerceu o mandato entre 1987 e 1994, recebeu, em 2007, R$ 41.500 por despesas odontológicas”, publicou o jornal.
Também por tratamento odontológico, a esposa do ex-senador Levy Dias (DEM-MS) gastou, “de uma só vez, em 2008, R$ 67 mil”.
Outros ex-senadores seguem à risca o teto de R$ 32.958,12 e apresentam faturas no valor exato, “incluindo os centavos”, disse a reportagem. Foi o que fizeram, de acordo com “O Globo”, “os ex-senadores Lúdio Coelho, em julho de 2009, Levy Dias, em julho de 2010, Carlos Magno Duque Barcelar, em setembro de 2011, e Antonio Lomanto Júnior, também em setembro do ano passado ]”.
Outros casos

“O Globo” afirmou que vários senadores se tornam, por exemplo, deputados e prefeitos, mas nem por isso deixam de ter suas despesas médicas reembolsadas pelo Senado.

José Fogaça, que foi senador de 1995 a  2002 pelo PPS do Rio Grande do Sul, foi também prefeito de Porto Alegre de 2005 a 2010 (terminou o mandato no PMDB). Na Prefeitura, ele “apresentou notas que somam R$ 12.976 e recebeu as restituições”, relatou o Globo.
Mesmo ex-senadores milionários “não se intimidam em apresentar faturas para o Senado pagar”, afirmou a reportagem. “João Evangelista da Costa Tenório (PSDB-AL), que em 2007 assumiu a vaga de Teotônio Vilela, eleito governador de Alagoas, é usineiro naquele estado e dono de emissora de TV. No ano passado foi ressarcido em R$ 25.859”, exemplificou o jornal.
O suplente Roberto Cavalcanti (PMDB-PB) assumiu a vaga do titular, José Maranhão (PMDB-PB), que se tornou governador em 2008. Cavalcanti, afirmou “O Globo” é dono do Sistema Correio de Comunicação. “Mas em novembro do ano passado recebeu R$ 1.460 de restituição do Senado”.
Outra reportagem de “O Globo”, também publicada em 24.mar.2012, mencionou o deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que foi senador de 1995 a 2002 e, pelo menos quando o texto foi publicado, ainda usufruía dos benefícios do Senado. “Entre 2007 e o ano passado, quando já estava na Câmara, Bezerra foi reembolsado em R$ 69.924 por gastos com saúde”.
Essa segunda reportagem disse que o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que foi senador de 2003 a 2010, recebeu R$ 7.437 quando já havia saído do Senado e estava na Câmara.
“Moreira Mendes (PSD-RO), deputado federal desde 2007, e ex-senador entre 1999 e 2002, também recebeu reembolso já no mandato na Câmara dos Deputados. Foram R$ 10.270 em 2008”.
Proibição

“O Globo” escreveu que há um ato da Comissão Diretora do Senado, de 1995, que regulamenta a assistência médica aos senadores, dependentes e ex-senadores. Esse ato, segundo o jornal, diz que “o ex-senador que esteja no exercício de outro cargo público não pode ter as contas médicas pagas pelo Senado”.

A assessoria do Senado, no entanto, afirmou que “em 6 de novembro de 2003, a Comissão Diretora fez uma reunião e baixou uma nova regra, liberando os pagamentos”. Mas, em abril de 2011, informou a assessoria, o parecer 205 da Advocacia do Senado fez a norma original entrar em vigor novamente, proibindo o pagamento para quem não exerce o mandato.
Outro lado

Sobre gastos de ex-senadores acima do teto, a assessoria de imprensa do Senado informou, segundo publicado por “O Globo”, que a Mesa Diretora é a instância responsável por autorizar gastos acima dos fixados quando acha necessário.

O jornal afirmou que telefonou para a casa do ex-senador e ex-prefeito de Porto Alegre José Fogaça (PMDB), “mas sua filha informou que ele não estava”.
A assessoria do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT) disse, segundo publicado, que suas despesas são referentes a exames de rotina e a uma intervenção cirúrgica e que não foi cometida irregularidade.
Eduardo Azeredo (PSDB-MG), de acordo com o jornal, “não enxerga nenhum problema” nos reembolsos feitos pelo Senado a ele. “Sempre foi assim”, afirmou o deputado, ex-senador, segundo a publicação. Ele disse à reportagem que não apresentava mais notas para o Senado.
Moreira Mendes (PSD-RO) disse, por meio de sua assessoria, que não praticou ilegalidade.
O deputado Espiridião Amin (PP-SC), senador de 1991 a 1998, levantou “uma questão de isonomia para defender seu benefício”, escreveu “O Globo”. Para Amin, não seria lógico um congressista perder o direito ao reembolso do Senado só porque passou a ser deputado federal. “Se senador pode ter direito, entendo que um parlamentar federal, no mesmo Congresso Nacional, e no mesmo sistema previdenciário, também pode”, afirmou. “Se um ato exclui o direito de um parlamentar federal, esse ato dificilmente subsistirá”. Amin não quis, de acordo com a reportagem, dizer se considerava “justo” um benefício vitalício para quem teve mandato de senador. “Não fui eu que escrevi a regra”, afirmou.
O que aconteceu?

Nada.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

BELO MONTE: EMPRESA DE CONDENADO PRESTAVA SERVIÇOS DE SEGURANÇA NOS CANTEIROS


BELO MONTE CONTRATA CONDENADO POR CHACINA E LEVA CALOTE



O consórcio construtor da usina de Belo Monte, no Pará, livrou-se de um problema, mas pagou caro. Contratada para vigilância de 38 canteiros de obras, a Proset só pagou aos funcionários oito meses dos doze do acordo, apesar de receber em dia. Embolsou mais de R$ 1,2 milhão. Um dos sócios da Proset é o ex-major da PM de Rondônia Marcos Augusto Gracio, condenado pela chacina do Garimpo de Palmeiral. O consórcio assumiu o pagamento de dois meses de salários, gastou R$ 500 mil e anulou o contrato.
NINGUÉM SABIA

Segundo assessoria, o consórcio não pede certidão de antecedentes a pessoas, só de empresas. E procurados, os sócios de Gracio disseram que não sabiam do caso policial.
DRAMA MENSAL

A Proset foi contratada para serviços de vigia, sem armamento, no período de Dezembro de 2011 a Dezembro de 2012, mas parou de pagar os empregados em Setembro.
TROCA DE GUARDA

O consórcio assumiu a Responsabilidade Solidária – pagou os salários por dois meses e os direitos trabalhistas. Hoje, Prossegur e Servisan fazem o serviço.

ATROPELAMENTOS: E AGORA, SEU JUIZ? VAMOS ATRÁS DOS "FAMOSOS"?


Justiça condena eletricista a 22 anos de prisão por morte de criança em Uberlândia (MG)
Renata Tavares
Do UOL, em Uberlândia (MG)


Ribeiro foi condenado pelo atropelamento e morte de uma menina de seis anos em 2011
Ribeiro foi condenado pelo atropelamento e morte
de uma menina de seis anos em 2011
Em audiência que durou pouco mais de dez horas no Fórum de Uberlândia (537 km de Belo Horizonte), a Justiça condenou o eletricista Reginaldo Freitas Ribeiro, 31, a 11 anos e seis meses de prisão pelo atropelamento e morte da menina Maria Eduarda Nunes Mesquita, 6, e mais seis anos de reclusão por três tentativas de homicídio por ter atropelado outras três crianças, que ficaram feridas no acidente.

Na noite do crime, em abril de 2011, Reginaldo Ribeiro estava no carro dele com a mulher e, segundo a Polícia Militar na época, avançou o sinal de pare em uma esquina do bairro Nova Uberlândia, zona sul da cidade, e atropelou o motociclista Vanderley Donizete Rodrigues, de 36 anos. O homem chegou a ser levado para o Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU), mas morreu logo em seguida.
Após atropelar o motociclista, o eletricista perdeu o controle do veículo a atingiu mais quatro crianças que brincavam na calçada da casa, cerca de 150 metros de distância da esquina. O homem passou por cima de Maria Eduarda, que sofreu politraumatismo e traumatismo craniano. Ela não resistiu. Na época, a PM informou que Ribeiro estava em alta velocidade e com sintomas de embriaguez.
Por ter atropelado e matado o motociclista, a juíza da Vara de Crimes Contra a Pessoa, Ivana Fidelis Silveira, condenou o eletricista a mais cinco anos de prisão. A decisão ainda cabe recurso, e o réu continuará preso.
Outro lado

A advogada do réu, Ana Lúcia Nascimento, disse o que "acidente foi uma fatalidade". Porém, o promotor responsável pelo caso, Fernando Henrique Zordan, reafirmou que o eletricista estava embriagado e assumiu o risco de causar a morte dessas pessoas.
A mãe de Maria Eduarda, Renata Nunes Mesquita, disse ao UOL estar satisfeita com a condenação de Ribeiro. "Sinal de que existe justiça nesse país. Ele está preso, mas a família dele está aqui e completa, a minha não. Nada vai trazer minha filha de volta, mas ele não poderia ficar impune."

Sequelas

As outras três crianças atropeladas pelo eletricista ainda guardam sequelas do acidente. A mãe de uma delas, Telma Cardoso dos Santos, conta que até hoje a filha faz fisioterapia para tentar recuperar os movimentos da perna.
"Ela sofreu politraumatismo e teve a perna comprometida. Ela consegue caminhar, mas com dificuldade. Enquanto eu tiver condições ela continuará na fisioterapia, mesmo sabendo que as chances de se recuperar são mínimas."
Telma dos Santos também aprovou o resultado do julgamento. Segundo ela, o que aconteceu não foi um acidente, mas, sim, um crime. "Ele estava alcoolizado e ainda tentou fugir naquela noite."