quarta-feira, 31 de agosto de 2016

TRABALHO: ESTAGIÁRIO: DIREITO E DEVERES

Estagiário: direitos e deveres
Estagiário pode se tornar empregado se a norma não for cumprida.

lei do estágio traz uma série de vantagens para o estagiário, podendo inserir-se no mercado de trabalho, assim como para empresas e profissionais autônomos, os quais podem contratar um novo talento com a isenção de recolhimento trabalhistas.

As vantagens de se contratar um estagiário são:

·         Isenção de recolhimento de FGTS, INSS, de pagar contribuição social;

·         Romper o contrato de estágio a qualquer momento, sem pagar multa rescisória;
·         Possibilidade de contratar estagiário pagando bolsa abaixo do salário mínimo;
·         Inexigibilidade do pagamento de 13º;
·         Inexistência de estabilidade gestante.

Os benefícios, porém, vem acompanhado de alguns deveres específicos:
Estagiário está para aprender, não para ser responsabilizado. O contrato de estágio serve para o desenvolvimento do estagiário, o qual deve ser acompanhado de um tutor na instituição de ensino, assim como um responsável dentro da empresa. Se algo que fizer gerar danos ou prejuízos, não pode ser responsabilizado ou cobrado, posto sua função ser necessariamente pedagógica. Se é responsabilizado, então não é estagiário, sim empregado.

6 horas diárias, nem um minuto a mais. A jornada do estagiário deve ser obrigatoriamente de 6h diárias, não sendo permitido horas-extras. Por não ser empregado, não há necessidade de marcação do ponto, mas recomenda-se fortemente o registro do mesmo, com a finalidade de garantir a Empresa comprovação da jornada correta.

Só faz aquilo que o Termo de Estágio estipula. O estágio deve focar em atividades relevantes para o curso do aluno estagiário e todas estas atividades devem ser indicadas no Termo de Compromisso de Estágio. Se o estagiário realiza atividades que não estão indicadas no TCE, ou se pratica atividades que são diversas daquelas que tenham relevância ao curso realizado, perde-se o propósito do contrato de estágio, tornando-se um contrato normal de trabalho.

As partes devem estar de total acordo. Um contrato apenas é valido quando autorizado e assinado por estagiário, faculdade e empresa assinarem o contrato de estágio. Se uma das partes não tiver assinado, este termo se torna inválido.

Vale Transporte e Férias Remuneradas. Estagiários não tem direito a 13º salário e ao Aviso Prévio, mas tem direito ao pagamento de vale transporte e férias remuneradas, inclusive as proporcionais se trabalhar menos de 1 ano. Note-se, porém, que não existe a necessidade das férias virem acompanhadas com o adicional de 1/3.

Se tiver menos de 18 anos, não pode trabalhar em local insalubre ou com periculosidade.

No caso de descumprimento de qualquer dos direitos previstos ao estagiário, o contrato de estágio passa a ser nulo, sendo reconhecido o vínculo empregatício e o direito ao pagamento de todas as verbas trabalhistas regulares. As repercussões são enormes, pois, a partir daí, o empresário deve indenizar todas as parcelas trabalhistas não quitadas anteriormente, como o recolhimento de FGTS, INSS, realizar o pagamento do Descanso Semanal Remunerado, 13º, férias adicionadas 1/3, além de pagar parcelas rescisórias.

Advogado formado pela Universidade Mackenzie, com extensão em Direito Concorrencial, especialista em direito Trabalhista. Sócio do escritório Advocacia Toledo Rodrigues, sediado na Avenida Paulista, n. 2.300, Andar: Piso Pilotis, Ed. Luiz Gonzaga, próximo ao metrô Consolação, capital de São Paulo. Para maiores informações, acesse: www.toledorodrigues.com.br www.facebook.com/advocaciasaopaulo/


COTIDIANO: BATI O CARRO, E AGORA?

Bati o carro, e agora? 10 dicas para sanar esse problema com segurança
Publicado por Thales Branco GonçalvesBati o carro e agora 10 dicas para sanar esse problema com segurana
Segundo o IBGE e o Detran, em 2014, existiam 45,4 milhões de veículos trafegando pelas vias urbanas, o que significa dizer que existia 1 veículo para cada 4,4 habitantes. Ora, se o número de veículos na rua é grande, também será o número de acidentes. E, em se tratando de acidente de trânsito em que uma das partes é estranha, não é conhecida, isto é, não se sabe quem é o outro, é muito comum que as pessoas tenham dúvidas acerca de qual o procedimento correto a ser adotado.
Assim, visando sanar dúvidas, o Escritório TBG preparou 10 dicas a serem observadas por você:
1ª DICA: Remover o veículo do local ou não?

Depende, se existe ou não vítimas (feridas e/ou fatais).
Se não houver vítimas, os veículos deverão ser removidos do local, sob pena de multa e de incorrer em infração média, segundoCódigo de Trânsito Brasileiro (CTB). De outro lado, havendo vítimas, os veículos deverão permanecer no local e as unidades de emergência devem ser chamadas.

Portanto, é fundamental que os condutores, independentemente da culpa no acidente, analisem se há ou não feridos e permaneçam no local até a solução completa do ocorrido.
Outra questão relevante é: havendo a necessidade de permanecer com o veículo no local do acidente, é recomendável que a parada se dê na faixa da direita e que se utilize da sinalização adequada (pisca-alerta e colocação do triângulo a 30 metros do local do acidente).
2ª DICA: Como devo identificar a parte contrária?

É fundamental que se realize a identificação da parte contrária, seja ela a parte que causou o acidente, seja a parte que sofreu o acidente, principalmente para fins de possibilitar o ressarcimento posterior por eventuais danos estéticos, materiais, morais e pelos lucros cessantes.

A identificação deverá ocorrer de duas maneiras: (i) mediante a apresentação do documento de habilitação (que deverá estar com a parte condutora do veículo, pois, caso não esteja, estará esse motorista cometendo infração gravíssima, será multado em patamar três vezes maior e incorrerá em infração gravíssima), mas se porventura não tiver o documento de habilitação, outro documento poderá ser requerido (preferencialmente o RG e o CPF); e (ii) mediante a placa do veículo, que deverá ser anotada (recomendável, também, a anotação de outros dados qualificativos do carro: marca, modelo, cor e outros dados característicos) ou fotografada pela parte interessada.

Importante mencionar que a pessoa não é obrigada a entregar para outra o documento de habilitação, nem outro qualquer, a não ser para autoridade policial. Assim, caso a parte contrária não queria se identificar, é recomendável que o condutor interessado apenas, e tão somente, proceda a anotação da placa do veículo, que será fundamental, posteriormente, para encontra-lo pelas vias judiciais.
3ª DICA: Tenho apenas a placa do veículo da parte contrária, como proceder?

Se você detiver apenas a placa do veículo que lhe causou o acidente, mas não a qualificação do proprietário, será preciso a intervenção de um juiz, que deverá enviar uma ordem judicial, mediante ofício, ao Ciretran para que este forneça todos os dados cadastrais do veículo e do proprietário do mesmo existentes no sistema interno.
Ao apresentar a placa do veículo, sem ordem judicial, os despachantes, o Detran e o Ciretran não estão obrigados a fornecer estes dados ao requerente em detrimento da segurança dos dados pessoais do condutor do veículo, pelos os quais esses órgãos devem zelar.
É recomendável que nessas circunstâncias seja ajuizada uma ação judicial e, dentre os requerimentos, peça-se ao juiz que envie ofício ao CIRETRAN, ordenando-o a fornecer os dados do causador do acidente.

4ª DICA: Fazer ou não Boletim de Ocorrência?

Havendo vítima ou não, o boletim de ocorrência deverá ser lavrado. A diferença é a forma de lavrá-lo: (i) havendo vítimas, o boletim de ocorrência deverá ser lavrado no próprio local do acidente, já que os motoristas deverão chamar a autoridade policial e a emergência para o socorro; ou (ii) não havendo vítimas, as autoridades policiais recomendam que o boletim seja lavrado eletronicamente.

5ª DICA: O que consignar no Boletim de Ocorrência?

A regra é: o máximo de informações possíveis.
modelo (que pode ser melhorado, bem como reduzido a depender do caso concreto!) a seguir ajuda a confeccionar o boletim de ocorrência:

Eu, (inserir o seu nome), estava trafegando com meu veículo de marca (inserir qual era a marca), modelo (inserir qual era o modelo), ano de fabricação (inserir o ano de fabricação)¸ano modelo (inserir o ano do modelo), cor predominantemente(inserir a cor do veículo), placa (inserir a placa), pela (inserir o nome da rua/avenida), sentido (bairro/centro), pela faixa da(direita/esquerda/central), por volta das (inserir o horário), quando (explicar como se deu o acidente).

O veículo da outra parte era da marca (inserir dado), marca(inserir qual era a marca), modelo (inserir qual era o modelo), ano de fabricação (inserir o ano de fabricação)¸ano modelo(inserir o ano do modelo), cor predominantemente (inserir a cor do veículo), placa (inserir a placa), que era conduzido pelo (a) Sr. (a) (inserir nome completo), portador da Cédula de Identidade (RG) nº. (inserir número do RG), inscrito no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do Ministério da Fazenda sob o nº. (inserir o número do CPF), residente e domiciliado à (inserir o endereço completo).

6ª DICA: Devo realizar quantos orçamentos?

A tradição nos mostra que é recomendável se realizar três orçamentos e que o conserto seja realizado na oficina ou mecânica intermediária (nem o orçamento mais, nem o mais barato).

7ª DICA: Tenho seguro, devo acioná-lo?

Depende.
As Seguradoras podem ser acionadas e isso lhe proporcionaria menos dor de cabeça. Todavia, na próxima renovação do seguro, o segurado não gozará do desconto no pagamento do prêmio, o qual, via de regra, ficará em torno de 20% mais caro (o percentual poderá ser maior a depender da Seguradora), porquanto quanto mais tempo sem se registrar um sinistro, maior o bônus acumulado, maior o desconto na próxima renovação.

Recomenda-se acionar a Seguradora quando o valor do conserto nas oficinas e mecânicas seja muito maior do que a sua franquia, isto é, para grandes estragos. Pois, nestes casos, o segurado pagaria, apenas, o valor teto da franquia, enquanto que o valor excedente seria arcado pela Seguradora.

Agora, nos casos dos pequenos estragos, isto é, quando o valor do conserto é muito menor do que o valor da franquia, não é recomendável acionar a Seguradora porque o segurado estaria pagando a maior por um pequeno conserto.

8ª DICA: Entrar ou não com uma ação judicial?

Depende.
Algumas situações devem ser resolvidas apenas pela via judicial: (i)quando se tem a placa, mas não se sabe quem é condutor; (ii) quando se tem a placa e, embora se saiba quem é o condutor, o mesmo não atende as ligações, e-mails, isto é, dificulta a resolução pacífica do conflito; (iii)quando se tentou pelas vias extrajudiciais, mas não se obteve êxito; (iv)quando não se sabe, ao certo, quem é culpado pelo acidente.

Enfim, existe uma série de situações que culminam na necessidade de ajuizamento de uma ação judicial, mas o recomendável é, sempre, se ter um acordo e formalizá-lo para que, posteriormente, tenha-se prova documental do mesmo e possa executá-lo, evitando, assim, no futuro, que a parte contrária alegue a própria torpeza (isto é, dizer que não fez acordo, que não sabia da existência do acordo).
Todo e qualquer acordo deve ser realizado por e-mail ou qualquer outro documento, mas sempre documentalmente. Acordos verbais nem sempre surtem efeito.

9ª DICA: Quais documentos preciso para ingressar com a ação judicial?

São eles: (i) RG e CPF da parte que ingressará com a ação (ou documento de habilitação); (ii) comprovante de residência; (iii) documento do veículo, que comprove ser de sua propriedade; (iv) croqui/desenho do acidente (é opcional, mas ajuda o juiz a entender visualmente como se deu o acidente e onde foi) e fotos do local do acidente; (v) boletim de ocorrência; (vi) documentos pessoais da parte contrária, foto ou anotação da placa e todos os dados qualificativos do veículo da parte contrária; (vii)documentos referentes ao seguro, se acioná-lo; (viii) orçamentos do serviço a ser realizado e nota fiscal do serviço realizado; (ix) fotos do carro abalroado.

10ª DICA: E se não era o proprietário quem estava conduzindo o veículo no momento do acidente?

É uma situação corriqueira. Por vezes, o causador do acidente não é o proprietário do veículo. Nessas circunstâncias, não há problemas, pois o proprietário do veículo responderá pelo dano causado pelo seu veículo à terceiros, já que: (i) não sendo mais o veículo de sua propriedade, errou o proprietário por não realizar a correta transferência de documentos; (ii)em sendo o veículo de sua propriedade, o proprietário não exerceu a devida vigilância sobre o seu bem.

Se o proprietário se sentir lesado, deverá propor, no futuro, ação de regresso contra aquele que conduzia o veículo.
De qualquer forma, a ação, se possível (quando se tem ambos os dados qualificativos), deverá ser ingressada em nome do condutor-causador do acidente e do condutor-proprietário.
O mesmo vale para a vítima. Em não sendo a vítima o proprietário do veículo, é recomendável que na ação judicial seja aberta tanto em nome do condutor-vítima, como do condutor-proprietário para se evitar, posteriormente, eventual alegação de ilegitimidade ativa para o ajuizamento da ação.
Advogado
Advogado. Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (FDSBC), com Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) aprovado com nota máxima pela Banca Examinadora. Membro efetivo das Comissões OAB vai à Escola, de Estudos Processuais, do Jovem Advogado, do Meio Ambiente, de Direito de Família e Sucessões e dos Direitos Infantojuvenis da 13ª Subseção de Franca/SP.

CRIME: AS 15 MAIORES ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS DA HISTÓRIA

As 15 maiores organizações criminosas da história
Você não vai virar nenhum chefão da máfia, mas pelo menos vai ter muito assunto pra mesa de bar

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Se você tem uma trajetória de vida minimamente razoável nesse planetinha que chamamos de Terra já deve ter percebido que nós, seres humanos, compartilhamos de alguns hábitos bastante estranhos e que, apesar de sermos o ser dominante no mundo, podemos ser bem fracos em relação a algumas coisas.

Você, eu e os outros sete bilhões de humanos que vivem por aqui estamos quase aprendendo a manipular o nosso próprio código genético, povoar Marte, fazer carros que voam, mas ainda não conseguimos escapar de vícios em pequenas substâncias aparentemente inofensivas como nicotina, cocaína, tubaína, só pra citar algumas.

Especialistas explicarão que nós precisamos ter válvulas de escape da vida real, outros dirão que isso é tão ou mais comum como em outras espécies de animais, que nossa relação com nosso pai na infância explica ou ainda que isso é um reflexo de nossa vida passada. Sinceramente, não importa, pelo menos não hoje. O que sabemos é que tem que saiba usar nossas fraquezas muito bem contra nós mesmos e fazem isso para se criar.

Listamos abaixo cinco das maiores organizações criminosas do mundo porque, pelo bem ou pelo mal, nós gostamos mesmo é dos vilões. Não prometemos que você vá se tornar um chefão do tráfico, mas garantimos que, no mínimo, assunto pro próximo bar você vai ter. Então chega de conversa mole. Que comecem os jogos.
15. Nuestra Familia
Essa gangue nasceu em 1968 dentro de uma prisão no norte da Califórnia, nos EUA, e tem origem meio americana meio mexicana. Durante anos, ela protagonizou uma disputa com a máfia mexicana e ‘corre na boca pequena’ que ela foi criada justamente para dar um golpe na rival.

Dentro da prisão, a Nuestra Familia controlava o comércio de drogas e sexo, enquanto cultivava a fama de não perdoar ninguém, nem mesmo os próprios integrantes que demoram mais de dois anos para serem ‘considerados do grupo’.

Os membros da gangue fazem um pacto de que a organização deve ficar acima de tudo na vida incluindo filhos, dinheiro, drogas e dentro da lógica torta deles, você deve sua fidelidade ao grupo até a morte, portanto, entregar um parceiro está fora de cogitação.
14. Mara Salvatrucha
Também conhecida por MS-13, a gangue foi criada em Los Angeles, nos EUA, em 1980, para proteger imigrantes da América Latina que entravam no território americano.

Seus membros são conhecidos pela grande quantidade de tatuagens no peito e no rosto e, assim como a Yakuza, tem dedos desfigurados. Sua lista de atividades ilícitas é longa: contrabando de armas, venda de drogas, roubo de automóveis, prostituição, assassinato, intimidação de testemunhas, extorsão, invasão de domicílios e por aí vai...

Mas um dos perfis mais assustadores da organização criminosa é o fato delas ser uma grande recrutadora de crianças para o crime. Não é incomum ver membros rondando escolas em busca de novos recrutas.

Estima-se que hoje a gangue tenha mais de 50 mil membros, espalhados pela América Central, Espanha, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Alemanha e Canadá, mas ainda é majoritariamente formada por guatemaltecos, hondurenhos e salvadorenhos.
13. Mungiki
Se as dimensões da MS-13 impressionam, esta gangue que surgiu nas favelas do Quênia tem números ainda maiores. São cerca de 100 mil membros conhecidos por sua brutalidade em práticas comuns entre eles, como a decapitação.

A máfia queniana – como também ficou conhecida – opera na maior favela de Nairóbi, Mathare, e é forte opositora do governo queniano desde 1990. Nas eleições presidenciais de 2007, por exemplo, seus membros decapitaram pessoas e penduraram cabeças em postes, enquanto espalhavam o resto dos corpos pelas ruas na tentativa de amedrontar os eleitores e pressionar em favor de seus líderes.

Além disso, a seita funciona como uma milícia que explora a população pobre, oferecendo recursos básicos como água e eletricidade a preços abusivos.

Radicais opositores da ocidentalização, seus integrantes praticam a mutilação genital e, uma vez parte do grupo, só há uma forma de deixar a máfia: morrendo.
12. Cosa Nostra
Você já deve ter ouvido falar da máfia italiana, certo? Não é a toa que a foto que ilustra esse texto é de 'O Poderoso Chefão'. A Cosa Nostra é uma representante fiel da mais tradicional organização criminosa da bota e tem números e tradições impressionantes.

Para começar, o grupo foi fundado no século 19 e sempre teve como 'código de honra' a lei do silêncio. Quebrá-lo significa execução. Quando milhares de italianos emigraram para os EUA, no século 20, eles também levaram um pouco da Cosa Nostra e deram origem ao crime ítalo americano que ouvimos falar atualmente.

Uma prova do seu poder foi dada quando o governo decidiu acabar com a máfia e acabou deflagrando um dos maiores banhos de sangue que o país já atravessou: mais de 200 promotores, chefes de polícia, juízes e políticos foram assassinados em atentados de naturezas distintas.

Estima-se que atualmente existam cerca de 250 mil membros da Cosa Nostra espalhados pelo mundo e o grupo se ramifica colaborando constantemente com outras organizações, especialmente quando se trata de tráfico de drogas.
11. The Crips and The Bloods
Apesar de originais do mesmo lugar na mesma época (Califórnia, década de 1960), os Crips e os Bloods são grupos rivais que estão envolvidos em mais de 5 mil assassinatos nos últimos 20 anos nos EUA, segundo a própria polícia de Los Angeles, além de infinitas ameaças, roubos e tráfico de drogas.

O primeiro grupo se identifica com o azul, enquanto o outro por vermelho, mas ambos também compartilham muitas semelhanças. Eles têm símbolos de conhecimento próprio, incluindo tatuagens, músicas, sinais de mão, grafite e códigos de vestimenta. Além disso, também dividem uma regra implícita: "Você mata um dos meus, eu matarei um dos seus."
10. Hell Angels
A Califórnia parece ser mesmo um terreno fértil para o nascimento de organizações criminosas. Em 1948 no mesmo estado americano ensolarado de sempre nasceu o Hell Angels. Assim como nos acostumamos a ver em seriados como o Sons of Anarchy, eles se intitulam um motoclube, mas o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e o FBI os descrevem como um legítimo grupo do crime organizado.

Estima-se que façam parte mais de 250 mil membros mundo afora divididos em grupos menores, como se fossem sedes espalhadas por vilas e cidades.

Associados a crimes como tráfico de drogas e extorsão, o grupo tem algumas regras como (1) ser branco, (2) não ter condenações por crimes sexuais cometidas contra crianças (!) e (3) possuir uma moto de fabricação americana, geralmente uma Harley Davidson. Além dos EUA, no Canadá, Suécia, Alemanha e Austrália, a polícia tem unidades especiais para lidar exclusivamente com esse tipo de gangues.
9. Aryan Brotherhood
A Irmandade Ariana é mais uma da série de organizações criminosas originadas de gangues de motoqueiros. Conta a história que o grupo surgiu em 1964 com a associação de uma série de motoqueiros de origem irlandesa que cumpriam pena na prisão de St. Quentin, nos EUA.

No começo, o único alvo dos irmãos brancos eram os negros, mas a partir da década de 1980, o grupo expandiu suas atividades para roubo de veículos, assalto à mão armada, aluguel de matadores profissionais, tráfico de drogas e prostituição.

Estima-se que 1% da população prisional dos EUA faça parte dessa organização e que eles sejam responsáveis por um quarto de todos os assassinatos que ocorrem dentro do sistema. Isso deve-se em grande parte pela política da organização que exige que cada novo membro mate um outro prisioneiro a pedido da máfia. Hoje, eles já são mais de 20 mil, apenas dentro dos presídios.

Para facilitar a logística, eles se dividem em dois grupos: aqueles que cumprem pena em prisões federais e aqueles que cumprem em prisões estaduais, com grande foco – adivinha onde? – na Califórnia.

A atuação do grupo chegou a ficar tão grande que uma outra facção, em resposta, chegou a ser criada para proteger, pelo menos, os presidiários hispânicos, denominada Texas Syndicate. Em 2002, em resposta a violência fora do comum, o FBI deflagrou uma ampla operação nacional que culminou na prisão de 29 de seus líderes, mas não foi o suficiente para extingui-la.
8. Gangue Thompson
A extinta Guangue Thompson operou na Escócia entre a década de 1950 e 1990 e tinha suas operações muito centradas na figura de seu grande líder: Arthur Thompson.

A ideia de sua organização era funcionar como um conselho estadual credor, mas aqueles que não pagassem suas dívidas no prazo acabavam crucificados com pregos na porta de casa. Os crimes assolaram a Escócia durante décadas e chegaram a ter reflexos em outros países.

Porém, o líder logo foi acumulando muitos inimigos que desejavam sua morte. Ele escapou de vários atentados, mas diversos outros membros de sua família foram assassinados até que em 1993, finalmente, o gângster morreu em casa, ao que se sabe, de causa naturais. E a organização nunca mais voltou a ser a mesma.
7. Cartel de Medellín
Cuidado, esse tópico contém spoilers do seriado Narcos, apesar da história se passar há mais de 30 anos.

Talvez, o Cartel de Medellín seja a organização criminosa da qual mais se tem notícias. Pelo menos no que diz respeito a suas movimentações financeiras. Isso porque, no auge, o Cartel liderado por Juan Pablo Escobar e "Tio" Joe Ochoa enviava 15 toneladas de cocaína por dia para fora das fronteiras colombianas, o que representava mais de US$ 60 milhões. Na década de 1980, a exportação de cocaína chegou a superar o café e se tornou o campeão de exportações do país.

Junto ao Cartel de Cali, os traficantes chegaram a contratar engenheiros russos e americanos para arquitetar as operações de tráfico de drogas, mas foram justamente os americanos que conseguiram dar fim ao crime.

Quando o problema começou a incomodar o Tio Sam, o governo americano enviou policiais para trabalhar em conjunto com o governo colombiano na tentativa de reprimir as atividades do Cartel. Os líderes foram caçados, mortos e a organização se quebrou sem antes fazer muitas vítimas. Estima-se que mais de 30 líderes, juízes, policiais e políticos que se opuseram à organização foram assassinados, enquanto centenas de outras pessoas também faleceram em episódios como a queda de um avião com 108 passageiros provocada por um bombardeio na tentativa de assassinar o candidato presidencial Cesar Trujillo.
6. Los Zetas
Outro cartel de drogas, só que dessa vez mexicano, é apontado como uma das maiores organizações criminosas do mundo. O Los Zetas ficou conhecido por cometer crimes violentos na América Latina e por ter transformado o México num campo de guerra.

Se outras organizações tem seus fetiches por mutilações genitais, amputação de dedos e decapitação de pessoas inocentes, a do líder Miguel Angel Trevino Morales é queimar suas vítimas vivas.

A organização recruta ex-militares e atua com tráfico de drogas, transporte ilegal de petróleo a partir de gasodutos e sequestros. Mais ou menos nos moldes do que nós, brasileiros, estamos acostumados a ouvir a respeito das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

O poder desse e de outros cartéis é tão grande no México que o tráfico de drogas chega a compor, hoje em dia, cerca de 60% da economia mexicana.

A "guerra às drogas" no México tem empilhado retaliações enormes por conta do forte armamento militar que os grupos têm à disposição: lançadores de foguetes e fuzis AK-47 entre eles. Estima-se que mais de 20 mil pessoas estejam desaparecidas por conta dos confrontos.

Mais os próprios grupos também entram em conflito entre si constantemente. Esses já resultaram em episódios como o de agosto de 2010, quando uma cova coletiva de 72 corpos foi encontrada e descobriu-se que as vítimas eram potencias recrutas de uma gangue rival: o Cartel Gulf. Outros 49 corpos já foram encontradas decapitados em Monterrey, como resultado de um conflito do grupo com o Cartel de Sinaloa. Falando nisso, olha só quem é o próximo da lista.
5. Cartel de Sinaloa
O Cartel de Sinaloa é o maior cartel de drogas do México e peça chave no negócio formado por produtores de drogas ilegais na América do Sul e no mercado norte-americano.

Pelas contas estimadas das autoridades, estima-se que a organização criminosa movimente cerca de US$ 3 bilhões por ano, obtidos através do contrabando de cocaína, maconha, metanfetamina e heroína por via terrestre ou por túneis para os EUA – muitos pelo deserto do Arizona.

Com cerca de US$ 6,5 bilhões saindo dos EUA por ano para os cartéis mexicanos de drogas, é claro que os americanos começaram a se mexer para acabar com a farra, mas no caso do Cartel de Sinaloa, mesmo depois da prisão de seu líder El Chapo, em 2014, o grupo seguiu atuando.
4. Ndrangheta
No top 5 não podia faltar mais uma legítima máfia italiana. Originada na região da Calábria, a Ndrangheta é a segunda maior máfia do país em movimentações financeiras, mas construiu sua fama ao estabelecer laços internacionais com cartéis de cocaína na América do Sul.

A organização controla a maior parte do mercado clandestino de drogas transatlântico que abastecem os europeus. Estima-se que essa organização movimente mais de US$ 4,5 bilhões por ano.
3. Camorra
A supracitada Ndrangheta só perde mesmo na Itália para a Camorra. Isso porque essa máfia é mestre no que faz há muito tempo. A exemplo da Cosa Nostra, a Camorra foi fundada no século 19 dentro de uma prisão, mas quando os membros da organização foram soltos, a máfia floresceu.

Ao longo do século, ela expandiu suas atividades e abarcou a política do país, firmando eleitorado entre a população mais pobre.

Com o passar do tempo, porém, é claro que a máfia foi se enfraquecendo, mas apesar da grande investida das autoridades (e dos cidadãos!) contra a organização, a Camorra segue operando com base em antigos vínculos com governos locais.

Um estudo de 2013 produzido pela Università Cattolica junto ao Joint Research Centre on Transational Crime estimou que as máfias italianas movimentam por ano, mesmo hoje em dia, cerca de US$ 33 bilhões, sendo que a Camorra ainda é a mais bem sucedida com cifras que ultrapassam os US$ 4,9 bilhões distribuídos em atividades como extorsão, exploração sexual, tráfico de drogas, armas de fogo, etc. 
2. Yamaguchi Gumi (Yakuza)
A mais famosa gangue do mundo é chamada de Yamaguchi Gumi, mas todos nós a conhecemos por Yakuza, que nada mais significa do que "máfia" em japonês.

É difícil precisar a data do surgimento do grupo, mas com certeza sua atuação já se estende por mais de dois séculos, tendo uma hierarquia bastante diferente de outras organizações, principalmente as orientais.

A Yakuza é rígida, centralizada, elaborada e sua atuação atravessa crimes como extorsão, jogos de azar e prostituição. Mas sua principal fonte de renda ainda é o tráfico de drogas.

Inclusive, estima-se que a Yakuza seja, até hoje, a organização que mais ganha dinheiro com esse tipo de atividade no mundo. Cerca de US$ 6,6 bilhões por ano.

Através de atos como a eliminação de laços familiares em favor da máfia, a amputação de dedos da mão e tatuagens talhadas pelo método mais doloroso possível, a Yakuza segue associada à violência e ao terror. Porém, com a fama que organização adquiriu, uma série de fãs pelo mundo acabam contribuindo com parte dos crimes, seja ocultando provas, dando pistas falsas ou dificultando o trabalho das autoridades de outras formas.
1. Solntsevskaya Bratva
Estava sentindo falta de alguém? Quem você achou que ia estar no topo dessa listabad ass? Os russos, meus amigos! Os russos!

A máfia russa de nome complicado vai na contramão da Yakuza no que diz respeito à sua estrutura. Com uma organização descentralizada, o grupo torna-se mais difícil de ser desmantelado e vai ampliando suas operações ano após ano.

Em termos gerais, a Solntsevskaya é composta por 10 'brigadas semiautônomas' que operam minimamente independentes umas das outras. Mas tanta independência vai até a página 2, porque um conselho formado por 12 membros é responsável por reunir todos os recursos obtidos com atividades ilícitas e supervisioná-los para 'o melhor proveito da instituição'. Esses líderes, desconhecidos por nós, se reúnem em diversas partes do mundo, ao que se sabe, sempre camuflados em ocasiões festivas maiores para dificultar o cruzamento de informações que possam levar a descoberta de suas identidades.

Apesar de não ser o líder em tráfico de drogas, a organização tem um lucro estimado superior ao da Yakuza em torno de US$ 8,5 bilhões entre atividades que permeiam o comércio de drogas (a Rússia tem 0,5% da população mundial, mas consome cerca de 12% de toda a heroína do planeta) e, principalmente, o tráfico de pessoas. 

Breno pdh




Breno França
Estagiário de conteúdo do PapodeHomem, trocou o litoral pela capital. Pratica esporte, faz jornalismo e vice-versa.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

REALIDADE: AS 150 CIDADES MAIS VIOLENTAS DO BRASIL

As 150 cidades mais violentas do Brasil
Bárbara Ferreira Santos, deEXAME.com
 Arma de fogo, mortes
Arma de fogo: O Nordeste é a região do país que possui o maior número de cidades violentas do Brasil

São Paulo - Reduto de destinos paradísiacos como a Praia do Forte e a Costa do Sauípe, o município de Mata de São João, no litoral norte da Bahia, acaba de ganhar um alarmante título: o de cidade com o maior número de mortes por armas de fogo no Brasil.
A conclusão é do Mapa da Violência do Brasil - 2016, que analisou crimes do tipo cometidos entre 2012 e 2014 em cerca de 3 mil municípios brasileiros que juntos concentram 98% dos homicídios do país.
No topo do ranking está Mata de São João com a taxa média de 102,9 mortes por armas de fogo para cada 100 mil habitantes. Não é de hoje, contudo, que a cidade aparece nos primeiros lugares da lista. Na última edição do estudo, com dados de 2010 a 2012, o município ficou em quinto, com 93,1 homicídios por 100 mil habitantes.
A elevada violência na cidade pode ser explicada por aquilo que o autor do estudo, o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, chama de “turismo predatório”. “Esse é um dos municípios com grande visitação nos finais de semana. Muitas pessoas vão para lá para beber ou festejar, ou seja, tem muito álcool, drogas e isso aumenta a violência nesse entorno”, afirma Waiselfisz, que é coordenador da área de estudos da violência da Faculdade Latino-Americana de Estudos Sociais.
Divulgação/Twitter Oficial Costa do Sauípe
Vista geral da Costa do Sauípe, na Bahia
Vista geral da Costa do Sauípe, na Bahia: Mata de São João, que abriga praias paradisíacas, é a cidade mais violenta do país em dados proporcionais
O Nordeste é a região do país que abriga o maior número de cidades violentas que aparecem no Mapa. Na edição de 2016, as seis primeiras posições são ocupadas por municípios nordestinos.
Atrás de Mata de São João, figuram Murici e Satuba, ambos em Alagoas, em segundo e terceiro lugar, respectivamente. Conde (PB), Eusébio (CE) e Pilar (AL) seguem entre a 4ª e 6ª posição.
Alagoas é o estado que possui a maior proporção de cidades entre as mais violentas do país. Dos 102 municípios alagoanos, 27 estão no ranking — um total de 26,5%. Ceará e Sergipe aparecem em seguida com 10,9% e 10,7%, respectivamente.
Para Waiselfisz, o aumento da violência no Nordeste nos últimos 15 anos é uma consequência direta do fortalecimento da segurança, especialmente, nos grandes centros metropolitanos do Sudeste. “O criminoso passou a ir para áreas que têm dinheiro, mas com polícia fraca e despreparada, por isso algumas regiões nordestinas passaram a subir no ranking”, diz.
Além do turismo predatório no litoral e dos novos polos de crescimento nas cidades do interior, o mapa aponta outras características da violência local no Brasil.
Uma delas é a zona de fronteira internacional, onde há concentração de rotas de contrabando de armas e tráfico de drogas. Nessa categoria estão, por exemplo, a cidade de Coronel Sapucaia (MS), que sempre ocupa lugar de destaque nos mapas da violência. Na edição, ela figura em 68º.
Outra zona de risco é o “arco do desmatamento amazônico”, locais onde projetos agrícolas e de grilagem de terra levam ao extermínio de populações locais, como foi encontrado pelo estudo na cidade de Colniza (MT).
Planejamento
Desde 1998, o ranking da violência não apresenta mudanças significativas no conjunto de cidades que abriga. Para o pesquisador, isso é um sinal claro de falhas no planejamento. “O que falta é uma política nacional de enfrentamento da violência, pois não é possível combater um problema nacional com políticas locais”, explica Waiselfisz.
Para ele, também é necessário investir mais para reverter esse cenário. “Hoje estamos dando poucas gotinhas para ver se essa febre passa, mas tem que dar mais remédio”, afirma.
Do método 
Neste ano, o ranking das cidades mais violentas do país inclui a média dos homicídios por armas de fogo de 2012, 2013, e 2014 — os últimos com dados disponíveis. Essas estatísticas foram comparadas com a média das estimativas de população nesse período.
Foram consideradas apenas cidades com mais de 10 mil habitantes, um total de 3.084 municípios, de acordo com dados do IBGE. Esses locais concentram 98% do total de homicídios por armas de fogo do país.
Veja a lista completa das 150 cidades mais violentas do Brasil:  

Município
UF
Média de homicídios 2012/2014
População média 2012/2014
Posição nacional
Mata de São João
BA
45,0
43.753
Murici
AL
28,0
27.796
Satuba
AL
14,0
14.666
Conde
PB
21,7
22.941
Eusébio
CE
46,0
49.252
Pilar
AL
32,0
34.593
Ananindeua
PA
451,3
492.524
Simões Filho
BA
116,7
127.670
Pojuca
BA
31,3
35.906
Lauro de Freitas
BA
155,7
181.146
10º
Marechal Deodoro
AL
42,0
49.290
11º
Quixeré
CE
18,0
21.154
12º
Itabuna
BA
174,0
214.311
13º
Porto Seguro
BA
112,3
138.643
14º
Rio Largo
AL
58,0
72.018
15º
Santa Rita
PB
103,7
129.597
16º
Itaitinga
CE
30,0
37.550
17º
Arapiraca
AL
179,3
225.036
18º
Tabuleiro do Norte
CE
23,3
29.894
19º
Horizonte
CE
47,0
60.335
20º
Maceió
AL
760,7
985.148
21º
Jaguaribara
CE
8,3
10.848
22º
Fortaleza
CE
1914,0
2.541.299
23º
Santa Cruz Cabrália
BA
20,7
27.507
24º
Macaíba
RN
56,0
74.673
25º
São José de Mipibu
RN
31,3
41.876
26º
São Joaquim de Bicas
MG
19,7
27.780
27º
Serra
ES
314,0
455.438
28º
Presidente Dutra
MA
31,7
45.991
29º
Eunápolis
BA
73,0
108.488
30º
Coruripe
AL
36,7
55.008
31º
Russas
CE
48,3
73.134
32º
Aquiraz
CE
50,0
75.873
33º
Baraúna
RN
17,0
26.041
34º
Valença
BA
61,3
94.371
35º
São Sebastião
AL
21,7
33.432
36º
Camaçari
BA
175,3
270.742
37º
Santana do Ipanema
AL
30,0
46.799
38º
Piaçabuçu
AL
11,3
17.729
39º
São José da Laje
AL
15,0
23.568
40º
São Miguel dos Campos
AL
37,0
58.409
41º
Ribeirópolis
SE
11,3
17.908
42º
Extremoz
RN
16,7
26.369
43º
João Pessoa
PB
480,7
764.274
44º
Joaquim Gomes
AL
14,7
23.536
45º
Itaparica
BA
13,7
21.933
46º
Pinheiros
ES
15,7
25.539
47º
Paraty
RJ
24,0
39.380
48º
Cabo de Santo Agostinho
PE
117,3
194.586
49º
Mossoró
RN
167,0
277.120
50º
Itabela
BA
18,0
30.093
51º
Guaíra
PR
19,0
31.866
52º
Alagoinhas
BA
89,0
149.863
53º
Campina Grande do Sul
PR
24,0
40.637
54º
Cabo Frio
RJ
118,0
200.021
55º
Marituba
PA
69,0
117.091
56º
Planaltina
GO
49,7
85.204
57º
Capela
AL
10,0
17.195
58º
São Luís
MA
610,3
1.052.576
59º
Alvorada
RS
116,7
202.625
60º
Ilhéus
BA
105,0
184.760
61º
Areia Branca
SE
10,0
17.662
62º
Viçosa
AL
14,7
25.974
63º
Marabá
PA
140,7
250.843
64º
Chorozinho
CE
10,7
19.108
65º
Teixeira de Freitas
BA
84,0
150.682
66º
Dias d'Ávila
BA
41,0
73.785
67º
Coronel Sapucaia
MS
8,0
14.524
68º
Moju
PA
41,0
74.487
69º
Entre Rios
BA
23,0
41.883
70º
Atalaia
AL
25,3
46.244
71º
Maracanaú
CE
118,3
217.025
72º
Santa Helena de Goiás
GO
20,3
37.647
73º
Senador Pompeu
CE
14,3
26.546
74º
Maribondo
AL
7,3
13.638
75º
Cajueiro
AL
11,3
21.122
76º
Ibirapitanga
BA
12,7
23.620
77º
Cariacica
ES
195,7
369.107
78º
Novo Progresso
PA
13,3
25.174
79º
Alexânia
GO
13,3
25.219
80º
Palmeira dos Índios
AL
38,3
72.665
81º
Itapebi
BA
5,7
10.750
82º
São Sebastião do Passé
BA
23,3
44.289
83º
Teotônio Vilela
AL
22,7
43.099
84º
Luziânia
GO
96,3
186.301
85º
Tailândia
PA
46,3
89.975
86º
Fundão
ES
9,7
18.798
87º
Messias
AL
8,7
16.917
88º
Pacajus
CE
33,7
66.236
89º
Limoeiro do Norte
CE
29,0
57.136
90º
Laranjeiras
SE
14,3
28.270
91º
Primavera do Leste
MT
28,0
55.270
92º
Caucaia
CE
173,0
343.518
93º
Moita Bonita
SE
5,7
11.253
94º
Ariquemes
RO
49,7
98.959
95º
Almirante Tamandaré
PR
54,7
109.100
96º
Valparaíso de Goiás
GO
72,7
145.146
97º
Esplanada
BA
17,7
35.296
98º
Candeias
BA
43,7
87.283
99º
Betim
MG
201,3
402.450
100º
Altamira
PA
52,3
104.739
101º
União dos Palmares
AL
32,3
64.727
102º
Branquinha
AL
5,3
10.692
103º
Vera Cruz
BA
20,3
40.792
104º
Canavieiras
BA
16,3
32.962
105º
Mari
PB
10,7
21.535
106º
Ilha de Itamaracá
PE
11,7
23.710
107º
Quixadá
CE
40,7
83.644
108º
Aparecida de Goiânia
GO
240,7
495.387
109º
Várzea Grande
MT
127,3
262.288
110º
Mangaratiba
RJ
19,0
39.140
111º
Buritis
RO
17,3
35.720
112º
Irecê
BA
34,3
70.766
113º
Rio Formoso
PE
11,0
22.803
114º
Santo Amaro das Brotas
SE
5,7
11.795
115º
Patos
PB
50,0
104.089
116º
Alhandra
PB
9,0
18.750
117º
Propriá
SE
14,0
29.214
118º
Natal
RN
404,0
844.521
119º
Jequié
BA
75,7
158.304
120º
Itabaiana
SE
43,3
91.035
121º
Santo Antônio do Descoberto
GO
32,0
67.319
122º
Senador Canedo
GO
44,7
93.971
123º
Olho d'Água das Flores
AL
10,0
21.177
124º
Rondonópolis
MT
97,7
207.349
125º
Imperatriz
MA
118,0
251.284
126º
Redenção
CE
12,7
26.977
127º
Aracaju
SE
284,3
608.681
128º
São Bento
PB
15,0
32.433
129º
Ituberá
BA
13,0
28.168
130º
Quirinópolis
GO
21,0
45.736
131º
Lagoa de Itaenga
PE
9,7
21.062
132º
Major Isidoro
AL
9,0
19.641
133º
Lucena
PB
5,7
12.375
134º
Alcobaça
BA
10,3
22.578
135º
Nísia Floresta
RN
11,7
25.503
136º
Morada Nova
CE
28,3
62.030
137º
São Mateus
ES
53,7
118.408
138º
Cabedelo
PB
28,3
62.540
139º
Goiânia
GO
622,3
1.379.902
140º
Ibateguara
AL
7,0
15.575
141º
Juazeiro do Norte
CE
116,7
260.214
142º
Igarapé-Miri
PA
26,7
59.515
143º
Colniza
MT
13,7
30.629
144º
Vitória da Conquista
BA
147,7
331.023
145º
Jaguaretama
CE
8,0
17.966
146º
Parauapebas
PA
78,0
175.425
147º
Vitória
ES
152,3
344.511
148º
Formosa
GO
47,3
107.404
149º
Salvador
BA
1245,7
2.832.526
150º


Nota do resort Costa do Sauípe: "A Costa do Sauípe, maior destino de férias do Brasil, está localizado em uma propriedade privada, totalmente controlada e que dispõe de equipe própria de segurança, sistemas de segurança e CFTV em todo o resort. A companhia informa ainda que, entre 2012 e 2014, não houve nenhum registro de violência dentro de Sauípe."