terça-feira, 31 de outubro de 2017

TRÂNSITO: AGENTES NÃO PODERÃO USAR ARMAS DE FOGO

Vetado uso de armas de fogo por agentes de trânsito
O projeto de lei que autorizava o uso de armas de fogo por agentes de trânsito foi vetado ontem pelo presidente da República, Michel Temer (PL 3624/08). O Ministério da Justiça, que orientou o presidente a vetar a proposta, argumenta que os agentes não exercem atividade de segurança pública.
“Os agentes aos quais o projeto pretende autorizar aquele porte não exercem atividade de segurança pública e, no caso de risco específico, há possibilidade de se requisitar a força policial para auxílio em seu trabalho”, afirmou o ministério, em nota.
A proposta alterava o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03), que autoriza o porte de arma para diversas categorias, entre elas: policiais (federais, civis, rodoviários, ferroviários, militares, bombeiros militares), integrantes das Forças Armadas, guardas municipais e auditores fiscais do Trabalho. 
O projeto havia sido aprovado pela Câmara em 2015 e pelo Senado, no mês passado.

Íntegra da proposta:
·         PL-3624/2008


                    Kleber Madeira Advogado
Kleber Madeira Advogado, AdvogadoA injustiça num lugar qualquer é uma ameaça à justiça em todo o lugar. (Martin)
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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

POLÍTICA: "TRABALHO ANÁLOGO À ESCRAVIDÃO". O QUE SIGNIFICA?

O mito do “trabalho análogo à escravidão”
A maioria das operações de combate ao trabalho escravo não "libertam" ou "resgatam" ninguém, não ajudam os trabalhadores pobres e consideram escravos gente que ganha muito mais que a média dos brasileiros
Por Leandro Narloch

Mais uma grife de roupas foi acusada de utilizar trabalho escravo no Brasil. Segundo uma reportagem da BBC publicada nesta segunda-feira, auditores do Ministério do Trabalho flagraram cinco bolivianos, entre eles uma adolescente de 14 anos, mantidos como escravos numa oficina na zona leste de São Paulo que produzia para a grife Brooksfield.
Infelizmente a BBC só reproduziu a desinformação que ativistas do combate ao trabalho escravo costumam difundir sobre o assunto. Abaixo, mostro seis esclarecimentos que a reportagem poderia ter feito. O leitor me desculpe o tamanho do texto – o assunto é relevante e merece ser explicado em detalhe.
1. Não é escravidão

No caso desta semana e na maioria dos que vão aos jornais, a situação flagrada pelos fiscais não tinha nada do que o povo, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) ou as leis da maioria dos países entendem por escravidão. Não havia pessoas acorrentadas, ameaçadas, trabalhando para pagar uma dívida com os patrões ou para recuperar um documento.
Por que, então, dizem que é trabalho escravo? No Brasil, uma mudança no Código Penal afrouxou enormemente o conceito de trabalho escravo. Passou a incluir a jornada exaustiva e condições degradantes como critérios para caracterização.
Parece um detalhe, mas a mudança na lei juntou crimes diferentes no mesmo balaio. Patrões que ofereciam alojamentos sem a distância adequada entre as camas passaram a responder pelo mesmo crime que quem torturava os trabalhadores com ferro de marcar gado ou os mantinha em cativeiro.
A própria OIT esclarece, num relatório de 2005, que não se deve confundir trabalho ruim com escravidão. “O trabalho forçado não pode simplesmente ser equiparado a baixos salários ou a más condições de trabalho”, diz o relatório. “Tampouco cobre situações de mera necessidade econômica, por exemplo, quando um trabalhador não tem condições de deixar um posto de trabalho devido à escassez, real ou suposta, de alternativas de emprego.”

Os bolivianos que produziam para a Brooksfield foram considerados escravos porque não tinham carteira assinada ou férias e, segundo a BBC, “trabalhavam e dormiam com suas famílias em ambientes com cheiro forte, onde os locais em que ficavam os vasos sanitários não tinham porta e camas eram separadas de máquinas de costura por placas de madeira e plástico”. Era trabalho precário, mas não escravidão.
2. Há “escravos” que ganham R$ 5 mil por mês

Como cabe ao auditor do trabalho decidir o que é trabalho escravo, há interpretações das mais extravagantes e ideológicas.
Em 2013, a fiscalização encontrou vinte funcionários de uma construtora de Belo Horizonte que tinham registro na carteira, recebiam horas-extras e adicionais de produção. Um pedreiro disse que ganhava 5 mil por mês. Como não havia lençóis nos beliches do alojamento e os banheiros estavam sujos, o fiscal enquadrou a construtora como escravista.
O alojamento era, de fato, precário, mas muitos dos trabalhadores poderiam achar que a remuneração compensava. Um salário de 5 mil reais, afinal, colocava o funcionário entre os 20% de brasileiros mais ricos daquele ano. Como revelou a revista Exame, casos assim são comuns.

No episódio desta semana, os imigrantes ganhavam 6 reais por peça produzida. Se costuravam duas peças por hora (provavelmente produziam muito mais), ganhariam 12 reais por hora, 96 reais por jornada de oito horas, ou 2100 reais por mês. Isso é mais do que ganham 72% dos brasileiros, que sobrevivem com até dois salários mínimos.
3. Não há “resgate” ou “libertação” de trabalhadores

O mito do “trabalho análogo à escravidão” vem sendo cultivado por auditores do trabalho, procuradores, jornalistas e ativistas bem-intencionados. Eles fazem questão de esclarecer que a servidão moderna se define por condições precárias de trabalho e tem pouco da escravidão tradicional. Mas utilizam termos e imagens que só fazem sentido quando se referem à restrição da liberdade – como imagens de correntes e termos como “resgate” ou “libertação”.
 Imagem da campanha de combate ao trabalho escravo, divulgada pela Secretaria de Direitos Humanos.
Imagem da campanha de combate ao trabalho escravo, 

Os trabalhadores costumam considerar um absurdo serem chamados de escravos. Sem ninguém pedir, os fiscais quebram contratos de trabalho, calculam multas enormes para as empresas e mandam os trabalhadores para hotéis ou de volta para suas cidades de origem.
“O primeiro contato com a vítima geralmente é de resistência. Ela não se enxerga como trabalhador forçado e se incomoda com o rótulo”, me disse, no ano passado, Luiz Machado, coordenador do Programa de Combate ao Trabalho Forçado da OIT. “Quando explicamos as violações dos direitos trabalhistas, eles ficam agradecidos, pois ganham pagamentos de direitos, seguro-desemprego especial para resgatados e prioridade na fila do Bolsa Família.
4. As operações não ajudam os trabalhadores

Quando a indenização acaba, os “escravos libertados” descobrem que os fiscais os transformaram em desempregados dependentes de programas assistenciais. Precisam começar tudo de novo e sair à procura de um emprego. Geralmente encontram trabalhos bem parecidos com aqueles dos quais foram “resgatados”.
“Quando a polícia vai embora, os bolivianos vão para outras oficinas onde a condição é a mesma”, me contou, numa entrevista, o boliviano Luis Vásquez, líder da comunidade boliviana em São Paulo.

Os próprios ativistas admitem o problema da reescravização. “O trabalhador volta para casa com três meses de seguro-desemprego no bolso, mais verbas rescisórias, mas assim que o dinheiro acaba, ele volta a migrar e acaba escravizado de novo”, disse, em outra reportagem da BBC, o fundador da ONG Repórter Brasil, Leonardo Sakamoto.
5. As operações eliminam alternativas de quem já tem poucas

Numa coisa os ativistas do combate ao trabalho degradante estão certos: milhões de pessoas têm empregos terríveis no Brasil. Trabalham amontoadas em cômodos sem janelas; cumprem uma jornada tão alta que mal veem a família. Diante de situações assim, tudo o que não se deve fazer é diminuir as opções disponíveis a eles.
O que prejudica o trabalhador não é a opção de trabalho que ele encontra, e sim a falta de opções. Os operários das pequenas oficinas de roupas da zona leste de São Paulo se submetem a condições ruins porque aquela é a melhor alternativa de que dispõem. O que os torna vulneráveis não é a empresa que os contratou, mas a ausência de mais empresas que os contratem.
E o que as operações de combate ao trabalho escravo fazem é diminuir ainda mais essas opções. “Quando a Polícia Federal aparece, dá a impressão de que vai prender o Fernandinho Beira-Mar”, diz o boliviano Luiz Vásquez. “Um monte de viaturas e policiais para prender o coitado do dono da oficina. Ele é multado por tudo o que você pode imaginar. Essa história tem levado muitos empreendedores à falência.”
Não é um grande incentivo à abertura de fábricas no Brasil ter a possibilidade de ver a marca manchada por falsas acusações de trabalho escravo. As bem-intencionadas operações prejudicam a segurança jurídica e dão um empurrão a mais para fábricas se mudarem para a China ou o Paraguai. Com menos vagas à disposição no Brasil, os trabalhadores ficam ainda mais vulneráveis.

Quem realmente se preocupa com os pobres precisa, pelo amor de Deus, evitar que as empresas tenham medo de contratar ou subcontratar trabalhadores no Brasil. Ações menos sensacionalistas, como criar um pacto entre as oficinas para seguirem condições mínimas, sob pena de multa, ajudariam muito mais do que aterrorizar grifes internacionais interessadas em produzir no Brasil.
Outra opção é ajudar os imigrantes a encontrar vagas melhores e ter documentação para se candidatar a elas. Em São Paulo, o Ministério Público do Trabalhou fez um excelente trabalho ao criar um centro onde os imigrantes podem regularizar a residência no Brasil, tirar carteira de trabalho e abrir uma conta corrente. Documentados, ficam aptos a trabalhos menos precários.
“Em diversos países e momentos da história, o subemprego foi o meio pelo qual as minorias, os migrantes e os menos favorecidos entraram no mercado de trabalho e começaram a ascender socialmente”, diz o cientista político Diogo Costa. “Proibir o emprego ruim acaba funcionando como uma barreira de exclusão dos menos qualificados.”
6. Coibir as más condições é impor preferências da elite aos trabalhadores pobres

Imagine que você acabou de se mudar para um país estranho e está sem dinheiro, sem qualificação ou mesmo conhecimento da língua local – e ainda tem três filhos famintos nas costas. De repente aparecem duas opções de trabalho em oficinas de costura.
A primeira oficina, ensolarada e espaçosa, oferece um salário de 10 reais por hora. A segunda, sem janelas e com uma jornada maior, paga 12 reais. Na hora do aperto, você não se dará ao luxo de perder 20% da remuneração. Como quer acumular o máximo possível e voltar para o seu país, você trabalharia mais, muito mais que oito horas por dia.
O combate ao trabalho degradante se baseia na ideia de que as condições ruins são fruto da escolha dos patrões. Mas a escolha não é só deles. Ao decidir ingressar num emprego, uma pessoa avalia todos os tipos de compensação – o salário, o conforto, a jornada. Quem ganha bem pode se dar ao luxo de descontar parte do salário em conforto e jornada menor. Mas se a renda e a produtividade são baixas, e a melhor alternativa de trabalho não é o suficiente para pagar as contas, provavelmente ele abrirá mão do conforto para extrair o máximo da remuneração em forma de salário.
“Isso significa que a combinação de compensações é determinada pelas preferências dos empregados (até o limite da sua produtividade), e não pelas preferências de corporações multinacionais ou empresas terceirizadas”, diz o economista Benjamin Powell, autor do livro Out of Poverty: Sweatshops in the Global Economy.

Powell comprovou essa opção entrevistando operários da Guatemala. Ele conversou justamente com quem trabalhava em fábricas de roupa que motivaram escândalos de trabalho degradante, em reportagens da TV americana. Descobriu que quase todos os trabalhadores não topariam trocar parte do salário por melhores condições:
Você aceitaria ter um salário menor se o seu empregador…
SIM
NÃO
tornasse as condições de trabalho mais agradáveis?
8,6%
91,4%
reduzisse o número de horas de trabalho?
10%
90%
aumentasse o horário de almoço?
4,3%
95,7%
fornecesse plano de saúde?
14,3%
85,7%
desse férias remuneradas?
18,6%
81,4%

O ensaísta Nassim Nicholas Taleb chama de “filantropia de araque” a atividade de “ajudar as pessoas de uma forma visível e sensacional, sem levar em conta o cemitério oculto de consequências invisíveis”. O exemplo preferido de Taleb são as causas trabalhistas. “Você nota as pessoas cujos empregos estão mais seguros e atribui benefícios sociais a essas medidas. Você não percebe o efeito naqueles que ficarão desempregados, já que as medidas vão reduzir a oferta de empregos. Em alguns casos, as consequências positivas de uma ação vão beneficiar imediatamente os políticos e os humanitários de araque, enquanto as negativas levarão um bom tempo para aparecer – e talvez nunca sejam perceptíveis.” Não há definição melhor para o combate ao “trabalho análogo à escravidão” no Brasil.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

POLÍTICA: ÍNDIOS DE ALTAMIRA COBRAM GOVERNO CONTRATAÇÃO DE CONCURSADOS

Índios afetados por hidrelétrica de Belo Monte cobram 
estruturação da Funai
Representantes de 11 terras indígenas foram ao Ministério do Planejamento pedir nomeação de aprovados em concurso público. MPF quer implantação de medidas que atenuem impacto da obra
Índios afetados por hidrelétrica de Belo Monte cobram estruturação da Funai

Foto: Antonio Augusto/Secom/PGR
Representantes de 11 terras e nove povos indígenas afetados pela construção da hidrelétrica de Belo Monte, no médio Xingu, compareceram ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG), no dia 20, para cobrar a nomeação de servidores aprovados no último concurso da Fundação Nacional do Índio (Funai). O certame destinou 220 vagas, a maioria para indigenista especializado. A estruturação da Funai na região de Altamira (PA) é uma medida condicionante, requisito para liberação da licença de instalação da obra, e que até hoje não foi cumprida, razão pela qual o Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública.

Lideranças presentes na reunião alegaram que a chegada da usina provocou um caos social na região, em vez de trazer benefícios. O número de aldeias, por exemplo, subiu de 14 para 54, refletindo a divisão gerada. Nesse contexto, o papel da Funai é fundamental, pois é o órgão responsável pela interlocução direta com os povos indígenas e pela fiscalização da implementação de medidas atenuadoras dos impactos da hidrelétrica, sob responsabilidade da Norte Energia.

Segundo as lideranças, quando teve início o processo de Belo Monte em 2010, houve uma reestruturação que tirou a Funai de Altamira. Nessa época havia grupos de recente contato (indígenas que mantém suas dinâmicas coletivas próprias) que até então tinham um chefe de posto na aldeia. “Com a vinda de Belo Monte houve uma grande luta dos indígenas para que a Funai voltasse para Altamira. E conseguimos. Mas foi só promessa. A Funai não acompanhou as ações de Belo Monte voltadas aos povos indígenas, que tiveram que fazer movimentação, fechar estrada, para exigir da Norte Energia compensação porque o projeto não está sendo feito de forma correta”, explicou o líder indígena Luiz Xipaya.

Concurso - O coordenador regional da Funai no Centro-Leste do Pará, Gilson Lopes, estima que para garantir o atendimento adequado seriam necessárias 25 nomeações, entre pessoal especializado e de apoio administrativo. Ele destaca ainda a necessidade da volta da Procuradoria Federal da Funai para o município de Altamira, que foi desativada recentemente.

Para a procuradora da República Thaís Santi, a presença efetiva da Funai na região serve, sobretudo, para balizar as iniciativas voltadas a diminuir os efeitos nocivos do empreendimento. “A estruturação da Funai é medida indispensável para romper com o processo de etnocídio em curso. Não há chances de corrigir o componente indígena de Belo Monte sem a presença efetiva da Funai. E trata-se de uma obrigação reafirmada por decisão judicial, pendente de cumprimento deste 2015”, disse, fazendo referência às ordens da Justiça Federal que determinam a estruturação da fundação.

Solução pendente – Ao fim da reunião, o diretor de programa do Ministério do Planejamento, Marcelo Leandro Ferreira, se comprometeu a levar o pedido ao ministro da pasta, Dyogo Henrique de Oliveira. “Aqui no ministério, temos elementos para sensibilizar o ministro da importância de encaminhar nomeação de pessoas para concurso da Funai. Também levaremos os questionamentos a uma reunião com presidente da Funai para tentar solucionar a questão. Vamos dar todo apoio para que se busque solução”, informou.

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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

O PEQUENO PRÍNCIPE: UM APRENDIZADO DE VIDA

5 lições de “O Pequeno Príncipe” que te ajudarão a ser melhor

A obra “O pequeno príncipe”, escrita por Antoine de Saint-Exupéry, é um dos livros mais lidos de todos os tempos. Ainda que seja considerado um livro infantil pela simplicidade de sua narrativa, nele são tratados temas tão profundos como o sentido da vida, o amor, a amizade, a solidão e a perda.
Os grandes ensinamentos do Pequeno Príncipe nos transportam para um mundo cheio de essências ligadas à sabedoria. Imagens e situações que exemplificam nossas dificuldades e o modo ridículo como, em certas ocasiões, acabamos nos comportando. Porque a vida em essência não é tão complicada como fazemos parecer às vezes, somos sem dúvida nós mesmos que a complicamos.
A inocente história de O Pequeno Príncipe nos mostra um mundo paralelo a nossa realidade, que tem a ver com a verdadeira essência de todos nós, em uma reflexão profunda sobre a condição da natureza humana. Seus ensinamentos nos fazem questionar como estamos vivendo, para que tomemos consciência de como podemos aprender a ser pessoas melhores.

“Os homens se metem com a velocidade mas não sabem aonde vão nem o que querem, então apenas se agitam e dão voltas. Onde estou? Aonde vou? Quem sou? Quem quero ser? O que eu quero fazer?”

-Antoine de Saint-Exupéry-

Reflexões que o pequeno príncipe nos deixa
O pequeno príncipe é considerado uma obra mestra, já que é capaz de surpreender e de captar a atenção de qualquer pessoa, desde crianças até adultos, sem importar a idade. Sua beleza vem das lições profundas, que são marcadas por uma linguagem simples. Está cheio de palavras que evocam maravilhosas imagens, carregadas de sensibilidade e ternura.
O autor escreve essa obra diretamente com o coração, e por isso foi capaz de chegar a tantos corações ao redor do mundo através de suas palavras.
Essas cinco lições que compartilhamos a seguir possuem o valor de mudar nossas vidas se formos capazes de integrá-las aos nossos pensamentos:
1. O essencial é invisível aos olhos
Essa é uma das reflexões mais conhecidas do livro, de imediato ao escutá-la ou lê-la já sabemos a fonte. Em um mundo como o que vivemos ela tem ainda mais sentido, já que nos encontramos superficialmente unidos ao materialismo, à competitividade e às aparências.
“O essencial é invisível aos olhos” nos recorda que somos muito mais que esse mundo de aparências. Porque as coisas mais importantes são as que não se podem ver, são as que podemos apenas sentir, como o amor, a bondade, a generosidade e a amizade.
2. Conheça a si mesmo e poderá compreender os outros melhor
Dedicar-se ao próprio autoconhecimento, dedicar-se a si mesmo, sempre é mais complicado que julgar os outros. O fácil é se queixar de como é o mundo e como nós gostaríamos que ele fosse, mas o que você está fazendo para contribuir para criar um mundo melhor?
No momento em que tomamos consciência de quem somos e nos comprometemos a sermos pessoas melhores a cada dia, realmente estamos preparados para ajudar e compartilhar nosso amor com cada um dos seres que foram parte do que somos. Não existem bons ou maus, existem pessoas que fazem o que podem, da melhor forma que podem a partir do que têm disponível e do que receberam. Uma pessoa não pode dar o que não tem, por isso é importante sempre cultivar o amor.
“É muito mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros. Se você consegue julgar bem a si mesmo, você é um verdadeiro sábio.”
3. Amor não é olhar um para o outro, mas sim olharem os dois na mesma direção
O amor é algo de duas pessoas, é uma união especial, e perde sentido e força quando não há reciprocidade. O amor vai se construindo mediante uma colaboração: no momento em que uma pessoa se afasta, é a outra que suporta todo o peso e assim acaba se destruindo.
Para que ambas as pessoas caminham na mesma direção, com a força do amor como guia, é necessário compartilhar projetos de vida. O fato de compartilhar alegrias, experiências e interesses comuns dá sustento e vitalidade a duas almas que compartilham uma viagem extraordinária.
O pequeno príncipe
4. Mantenha a imaginação e a esperança apesar das experiências ruins
Conforme vamos acumulando experiências, vamos aumentando nossa camada de desconfiança. Perdemos o frescor que nos dá a inocência: o observar, explorar e experimentar o novo que cada dia nos oferece. Ficamos sem experimentar o extraordinário que há em tudo o que acontece.
É inevitável que sintamos a dor e que passemos pela angústia de situações difíceis. Isso é parte de nosso crescimento, assim como o é manter algumas ilusões diárias para poder seguir dando sentido para a vida e para todas as coisas que nos ocorrem. E esse sentido acaba escapando da razão, já que está impregnado por nossos diversos sentimentos.
“As pessoas mais velhas nunca podem compreender algo por si só, e é muito entediante para as crianças ter que lhes dar explicações várias vezes.”
5. Atreva-se a conhecer as pessoas em sua essência
Muitas vezes nos fixamos muito nas aparências do que temos e muito pouco no que somos. Aventurar-se a conhecer alguém em profundidade é a forma de encontrar sua verdadeira essência, sua beleza mais real. Fazemos um julgamento externo, ficamos presos no preconceito, e não damos a oportunidade de saber nada da outra pessoa sem que esse conhecimento já esteja condicionado. Só podemos chegar ao amor se nos permitirmos conhecer e compreender os outros de uma forma verdadeira.
“Os adultos gostam muito de cifras. Quando eles conhecem um novo amigo, jamais perguntarão o essencial dele. Nunca perguntam: Que som tem sua voz? Que jogos você prefere? Você gosta de colecionar borboletas? Mas perguntam sempre: Que idade tem? Quanto pesa? Quanto ganha seu pai? Só com esses detalhes eles acreditam que conhecem alguém”.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

COMUNISMO: PROJETOS DE ONTEM, REALIZAÇÕES DE HOJE


Não é teoria da conspiração. Essas metas foram retiradas do livro The Naked Communist (o comunista nu) escritas no ano de 1960 pelo ex-agente do FBI, Cleon Skousen. A partir dos anos 60, ficou óbvio para os comunistas que eles não conseguiriam dominar o mundo por meio da guerra. Então, bolaram um plano de infiltração social, uma guerra psicológica a fim de destruir a família e os valores tradicionais. Vou deixar algumas das metas comunistas escritas abaixo e pense se esses objetivos foram ou não atingidos. Caso queira ver as 45 metas descritas no livro clique aqui.

3. Desenvolver a ilusão de que o desarmamento total seria uma demonstração de força moral. 


Lembre-se: antes de mandar matar judeus e todos os seus opositores, Hitler fez o que era lógico, desarmou a população com a justificativa falsa de que uma população desarmada é uma população segura. Sem armas não há como resistir à tirania.

4. Permitir o livre comércio entre todas as nações, independentemente da filiação comunista e independentemente de haver ou não itens que poderiam ser usados ​​para a guerra.

A expressão “Made in China” te lembra algo?



11. Promover a ONU como a única esperança para a humanidade. Se a sua carta régia for reescrita, exigir que lhe seja instituída como governo mundial com suas próprias forças armadas independentes.

Você sabia que a ONU tem seu próprio exército?

12. Resistir a qualquer tentativa de proibir/ilegalizar o Partido Comunista


Os partidos socialistas/comunistas estão firmes e fortes no Brasil, nos Estados Unidos e no mundo.
17. Obter o controle das escolas. Usá-las como canais de transmissão para o socialismo e propaganda comunista atual. Suavizar o currículo. Obter o controle de associações de professores. Colocar a ideologia do partido nos livros didáticos. 


Você não acha que a grade curricular enfraqueceu nesses 50 anos?
18. Ganhar o controle de todos os jornais estudantis.
19. Usar as manifestações de estudantes para fomentar protestos públicos contra programas ou organizações que atacam comunistas.

20. Infiltrar-se na imprensa. Obter o controle na tarefa de revisão dos livros, nos editoriais e as posições de tomada de decisões.

21. Ganhar o controle de posições-chave no rádio, TV e cinema.

22. Continuar desacreditando a cultura através da degradação de todas as formas de expressão artística. Eliminar todas as boas esculturas de parques e edifícios, substituindo-as por outras disformes, inábeis e com formas sem sentido.
23. Controlar os críticos de arte e diretores de museus de arte. “Nosso plano é promover a feiúra, a arte repulsiva sem sentido”.

Você, com certeza, já percebeu como o nível da música caiu nesses últimos anos. E também já percebeu como e a arte está disforme e completamente sem sentido.

Tão sem sentido que um menino deixou seu óculos no chão de um museu e as pessoas pararam para admirá-lo achando que fazia parte da exposição.

Tão sem sentido que uma faxineira confundiu “arte” com lixo e jogou fora.

24. Eliminar todas as leis de obscenidade, chamando-as de “governo da censura” e uma violação da liberdade de expressão e liberdade de imprensa.


25. Quebrar os padrões culturais da moralidade através da Promoção da pornografia e obscenidade em livros, revistas, filmes, rádio e TV.

Essa não preciso nem comentar. As novelas, filmes, revistas estão repletos de mensagens sexuais.

26. Apresentar a homossexualidade, a degeneração e a promiscuidade como algo “normal, natural e saudável”.


27. Infiltrar-se nas igrejas e substituir a religião revelada com a religião “social”. Desacreditar a Bíblia e enfatizar a necessidade de maturidade intelectual que não precisa de uma “muleta religiosa”.
Já percebeu quantos cristãos se declaram comunistas hoje em dia e pregam mais a ideologia de esquerda do que a própria bíblia? E já percebeu quantos vídeos anti-religiosos há na internet?


28. Eliminar a oração ou qualquer fase da expressão religiosa nas escolas sobre o fundamento de que viola o princípio da “separação entre Igreja e Estado”.

38. Transferência de alguns poderes de prisão da polícia para entidades sociais. Tratar todos os problemas de comportamento como distúrbios psiquiátricos dos quais ninguém, exceto psiquiatras, conseguem entender ou tratar.


Quantos delinquentes foram soltos porque alegaram insanidade mental?

39. Dominar a profissão psiquiátrica e usar as leis de saúde mental como um meio de ganhar controle coercivo sobre aqueles que se opõem aos objetivos comunistas.

As técnicas de manipulação mental e os experimentos de controle mental da CIA são ótimos exemplos.

40. Desacreditar a família como uma instituição. Incentivar a promiscuidade e o divórcio fácil.


Você tem visto a família ser atacada por toda parte? E o número de divórcios aumentos?
41. Ressaltar a necessidade de educar os filhos longe da influência negativa dos pais. Atribuir preconceitos, bloqueios mentais e retardo de crianças à supressão da influência dos pais.


Já ouviu falar no serviço de proteção à criança? Já ouviu perto de você ou na internet pessoas afirmando que a criança não pertence à família?

O que você acha de todas essas metas escritas no século passado? Estão se cumprindo? É coincidência? Acho que não…